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title: Conferência de Casablanca: O Apelo à Rendição Incondicional do Eixo na Segunda Guerra Mundial
author: Mark Cartwright
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26481/conferencia-de-casablanca/
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license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-07-09
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# Conferência de Casablanca: O Apelo à Rendição Incondicional do Eixo na Segunda Guerra Mundial

_Escrito por [Mark Cartwright](https://www.worldhistory.org/user/markzcartwright/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

A Conferência de Casablanca, em janeiro de 1943, de nome de código Symbol, foi uma reunião entre o Presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, e o Primeiro-Ministro britânico, Winston Churchill, para acordarem a forma como deveriam prosseguir na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Iósif Estaline não esteve presente na conferência. A decisão mais significativa anunciada em Casablanca, tomada apenas pelos Estados Unidos, foi a de que as potências do Eixo deviam render-se incondicionalmente; uma decisão política que pode, na verdade, ter prolongado a guerra e que, por fim, ajudou a alcançar o domínio dos EUA no mundo do pós-guerra.

### Casablanca

O Presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt (1882-1945), e o Primeiro-Ministro britânico, Winston Churchill (1874-1965), reuniram-se em Casablanca, no Marrocos francês. O líder da URSS, Estaline (1878-1953), foi convidado a comparecer, mas decidiu não o fazer devido à crítica e contínua Batalha de Estalinegrado. A conferência realizou-se no Hotel Anfa e em várias moradias próximas, entre 14 e 24 de janeiro de 1943. Estiveram também presentes os Chefes de Estado-Maior Combinados dos EUA e do Reino Unido. O objetivo da conferência era decidir sobre as futuras estratégias militares e políticas Aliadas que conduziriam à vitória na Segunda Guerra Mundial contra as potências do Eixo: Alemanha, Japão e [Itália](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-207/italia/).

### A Guerra até ao Momento

Até àquela altura da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha tinha ocupado a maior parte da [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-35/europa/) em 1940 e atacado a URSS com a [Operação Barbarossa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-24188/operacao-barbarossa/) em 1941. Depois de a URSS ter resistido firmemente contra múltiplos exércitos invasores alemães, a Frente Oriental estabilizou numa guerra de desgaste. Uma invasão alemã da Grã-Bretanha tinha sido abandonada após a derrota na Batalha da Grã-Bretanha, mas não existia, então, qualquer Frente Ocidental, algo que Estaline desejava desesperadamente para aliviar a pressão sobre o seu Exército Vermelho no leste.

O ataque do Japão à base norte-americana de Pearl Harbor, no Havai, tinha finalmente levado os Estados Unidos à guerra em dezembro de 1941, pelo que a Guerra do Pacífico estava em curso. Os Aliados tinham derrotado as potências do Eixo no Norte de África, tendo o ponto de viragem sido a Segunda Batalha de El Alamein, em novembro de 1942, quando o General Erwin Rommel (1891-1944) foi derrotado. Os Aliados estavam agora prontos para utilizar o Norte de África como plataforma de lançamento para atacar diretamente a Itália, sendo a ilha da Sicília o primeiro alvo.

[ ![Roosevelt's Villa, Casablanca](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21884.png?v=1781793618-1781793679) Vila de Roosevelt, Casablanca U.S. National Archives and Records Administration (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21884/roosevelts-villa-casablanca/ "Roosevelt's Villa, Casablanca")### A Invasão da "Fortaleza Europa"

A discussão entre Roosevelt e Churchill centrou-se em como, onde e quando a "Segunda Frente" seria aberta, ou seja, a invasão Aliada da Europa ocupada pelos alemães. O norte de França era a escolha óbvia, dada a proximidade com a Grã-Bretanha através do Canal da Mancha. Figuras de topo das forças armadas dos EUA queriam lançar a invasão em 1943, mas os seus homólogos britânicos preferiam 1944, a fim de acumular mais homens e material e de lidar com a Itália, talvez retirando essa potência da guerra de uma vez por todas. Uma operação anfíbia atacando, por exemplo, as praias da Normandia, seria arriscada e custaria certamente muitas vidas, mesmo que bem-sucedida. A invasão teria de ser efetuada com uma força avassaladora. No final, os planeadores dos EUA concordaram com a data posterior para o que viria a ser conhecido como Operação Overlord. Em vez disso, 1943 veria um foco no ataque à Sicília e, depois, num avanço através da península italiana.

Ficou também decidido em Casablanca que as forças aéreas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha conduziriam um bombardeamento Aliado conjunto à Alemanha. Os alvos principais para os bombardeiros seriam as grandes cidades industriais e as suas fábricas, bem como os sistemas ferroviários, aeródromos e barragens. Os Chefes de Estado-Maior Combinados emitiram o seguinte objetivo para a ofensiva de bombardeamento em Casablanca:

> A destruição e deslocação progressiva do sistema militar, industrial e económico alemão, e a subversão do moral do povo alemão até um ponto em que a sua capacidade de resistência armada seja fatalmente enfraquecida.
> (Dear, pág. 196)

[ ![Allied Strategic Bombing of Germany, 1940 - 1945](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18762.png?v=1758737465-1745736904) Bombadeios Estratégicos Aliados na Alemanha, 1940-1945 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/18762/allied-strategic-bombing-of-germany-1940---1945/ "Allied Strategic Bombing of Germany, 1940 - 1945")Conforme pretendido, a campanha de bombardeamento demonstrou a Estaline que os seus aliados ocidentais estavam empenhados em apoiar a campanha soviética na Frente Oriental. No entanto, a convicção de alguns comandantes Aliados de que a guerra poderia ser vencida apenas com poder aéreo, evitando assim uma invasão terrestre, revelou-se irrealista. Mais de 600 000 civis morreram como consequência desta controversa campanha de bombardeamento.

### As Discussões dos Chefes de Estado-Maior

Os chefes militares dos EUA e da Grã-Bretanha reuniram-se durante três ou quatro dias antes de os líderes chegarem a Casablanca. A delegação britânica estava mais bem preparada e muito mais clara quanto aos seus objetivos, um ponto que teve consequências nas decisões tomadas, tal como notou Albert Wedermeyer, um membro da delegação norte-americana:

> Eles eram uma equipa com um plano de jogo e bem ensaiada nas jogadas. Mantiveram a iniciativa durante todas as fases da discussão porque tinham formado ideias claras dos seus objetivos, coordenaram os fatores políticos e militares e elaboraram propostas detalhadas. Em contraste, a nossa própria equipa americana não estava bem preparada e eu era o indivíduo responsável.
> (Holmes, pág. 343)

O Chefe das Operações Combinadas britânicas, Louis Mountbatten (1900-1979), identificou cinco pontos prioritários nos quais os chefes de ambos os lados tinham chegado a acordo:

- Preservar as comunicações e o transporte marítimo através do Oceano Atlântico;
- Continuar a fornecer ajuda à URSS;
- Continuar as operações britânicas e norte-americanas no Mediterrâneo;
- Continuar a acumulação de homens e material na Grã-Bretanha, prontos para a Operação Overlord;
- Manter a campanha no Oceano Pacífico.

[ ![De Gaulle & Giraud Shake Hands at Casablanca, 1943](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21885.png?v=1781794214-1781794364) De Gaulle e Giraud Apertam as Mãos em Casablanca, 1943 US War Department. (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21885/de-gaulle--giraud-shake-hands-at-casablanca-1943/ "De Gaulle & Giraud Shake Hands at Casablanca, 1943")Outra decisão tomada em Casablanca foi a de que o general britânico Harold Alexander (1891-1969) se tornaria adjunto do general norte-americano Dwight D. Eisenhower (1890-1969), que seria nomeado, ainda nesse mesmo ano, comandante Aliado da Operação Overlord. Alexander foi também nomeado comandante do grupo de exércitos britânicos que invadiu Itália. Outros dois generais, desta vez franceses, estiveram envolvidos numa espécie de manobra de relações públicas. O general Charles de Gaulle (1890-1970), reconhecido pelos Aliados como o líder de todos os franceses que se opunham aos alemães, e o seu grande rival, o general Henri Giraud (1879-1949), comandante-em-chefe das forças francesas no Norte de África, apertaram as mãos para os fotógrafos.

### A Rendição Incondicional

A conferência de imprensa final em Casablanca, realizada a 24 de janeiro, lançou uma bomba. Roosevelt anunciou, aparentemente sem informar Churchill ou Estaline, que os Aliados apenas aceitariam uma rendição incondicional da Alemanha, do Japão e da Itália. Roosevelt afirmou:

> A eliminação do poder bélico alemão, japonês e italiano significa a rendição incondicional da Alemanha, da Itália e do Japão. Isso significa uma garantia razoável de paz mundial futura. Não significa a destruição da população da Alemanha, da Itália ou do Japão, mas significa, sim, a destruição das filosofias nesses países que se baseiam na conquista e na subjugação de outros povos.
> (Moskin, págs. 100-1)

[ ![Churchill & Roosevelt, Casablanca, 1943](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/21888.png?v=1781851822-1781851896) Churchill & Roosevelt, Casablanca, 1943 H.A. Mason - Imperial War Museums (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/21888/churchill--roosevelt-casablanca-1943/ "Churchill & Roosevelt, Casablanca, 1943")Sabe-se agora, embora não fosse o caso na altura, que Roosevelt tinha decidido esta questão antes de partir de Washington, e que não foi um "lapso" involuntário ou uma decisão tomada por impulso perante a imprensa mundial. O Enviado Especial dos EUA à Europa, W. Averell Harriman, afirma que Churchill não foi avisado antecipadamente da decisão:

> Jantei com Churchill nessa noite em Casablanca e ele ficou muito transtornado pelo facto de isto lhe ter sido imposto sem qualquer consideração. Do lado de Roosevelt, era perfeitamente verdade que os Chefes de Estado-Maior Combinados tinham discutido o assunto do ponto de vista militar e concordado que seria uma boa medida, mas Churchill achava que deveria haver uma reflexão política... Roosevelt tinha o hábito de fazer coisas assim; não gostava de discussões desagradáveis e, por vezes, agia sem consultar, o que ocasionalmente deixava Churchill bastante irritado.
> (Holmes, pág. 347)

Segundo o secretário dos Negócios Estrangeiros britânico, Anthony Eden (1897-1977), numa versão dos acontecimentos ligeiramente diferente, a delegação britânica tinha sido informada sobre a questão da rendição incondicional antes da conferência de imprensa, e "Winston foi apanhado de surpresa pelo momento real do anúncio" (*Idem*) e não pelo anúncio em si.

Embora Churchill discordasse da decisão em privado, esta tornou-se, ainda assim, a política oficial dos Aliados, mesmo que o seu significado real permanecesse aberto a interpretações. A rendição incondicional poderia significar apenas a rendição das forças armadas ou algo muito mais abrangente, como a tomada das instituições políticas e das indústrias de um país derrotado. Que seria interpretada como a forma mais severa de rendição foi, certamente, como algumas figuras-chave alemãs encararam a situação. O Almirante Karl Dönitz (1891-1980), comandante-em-chefe da Marinha alemã, sentiu que uma rendição incondicional colocava a Alemanha numa situação impossível, uma vez que significava que "já não poderia existir um governo alemão independente" (*Ibid.*, 349) e que todos os militares, milhões deles, se tornariam imediatamente prisioneiros de guerra. Quaisquer que fossem os termos reais da rendição, todos os Aliados concordavam, pelo menos, que a capacidade militar das potências do Eixo deveria ser eliminada e que medidas deveriam ser tomadas, quaisquer que fossem, para assegurar uma paz duradoura.

[ ![Centre of Stalingrad After Liberation, 1943](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/20090.jpg?v=1757173209-1740475756) Centro de Stalingrado após a Libertação, 1943 RIA Novosti archive, image #602161 / Zelma (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/20090/centre-of-stalingrad-after-liberation-1943/ "Centre of Stalingrad After Liberation, 1943")A deferência para com a riqueza e o poder militar dos Estados Unidos levou à adoção formal de uma estratégia por parte da Grã-Bretanha (em Casablanca) e da URSS (no outono de 1943), que muitos não americanos (na altura e posteriormente) consideraram que apenas prolongaria a guerra e aumentaria os níveis de baixas e destruição. Se as potências do Eixo não vissem qualquer benefício na rendição, continuar a lutar era a sua única opção, certamente para os líderes e generais mais radicais. Foi exatamente isso que aconteceu, uma vez que a Alemanha não se rendeu até que Berlim fosse ocupada, e o Japão não se rendeu até que duas bombas atómicas fossem lançadas, uma em Nagasáqui e a outra em Hiroxima.

Comentadores mais cínicos sugeriram que a política dos EUA foi uma tentativa deliberada de enfraquecer os Estados europeus (tanto os vencedores como os vencidos) e garantir o domínio económico e militar total dos Estados Unidos, que foram apenas afetados indiretamente pelas devastações da guerra, no mundo do pós-guerra. Comentadores mais simpáticos a Roosevelt sugerem que a política de rendição incondicional foi concebida, principalmente, para favorecer a opinião pública nos Estados Unidos, após uma reação negativa naquele país à conivência com o governo francês de Vichy em Argel, durante a Campanha do Norte de África. O termo "rendição incondicional" também teria tranquilizado Estaline de que os EUA e a Grã-Bretanha não negociariam qualquer forma de acordo de paz independente com a Alemanha que fosse vantajoso para eles próprios e desvantajoso para a URSS. Uma rendição incondicional exigiria que os Aliados se mantivessem unidos até ao amargo fim, sem se dividirem para negociar acordos individuais com as potências do Eixo. Além disso, alguns historiadores e diplomatas (Eden foi um deles) não acreditam que o desejo de uma rendição incondicional tenha prolongado a guerra de forma apreciável ou moldado significativamente o mundo do pós-guerra.

Existe também o facto de que uma linguagem absoluta tinha sido utilizada anteriormente para descrever a fase final da guerra; por exemplo, os líderes Aliados tinham expressado o desejo de uma "vitória completa" e de uma "vitória final". Para a maioria dos líderes Aliados, a Segunda Guerra Mundial não era uma guerra de interesses nacionais, mas uma luta entre o bem e o mal. Isto era particularmente verdadeiro em relação à Alemanha, onde a remoção do regime nazi era amplamente considerada como um objetivo mínimo. A forma de lidar com o apoio mais alargado aos nazis, particularmente entre a elite industrial, ainda estava sob debate.

[ ![Churchill, Roosevelt, & Stalin in Yalta, 1945](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21223.png?v=1781905632-1760598383) Churchill, Roosevelt e Estaline em Ialta, 1945 Imperial War Musuems (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/21223/churchill-roosevelt--stalin-in-yalta-1945/ "Churchill, Roosevelt, & Stalin in Yalta, 1945")Talvez o ponto mais crucial no que respeita ao debate sobre a rendição incondicional seja o facto de os Aliados terem, sem dúvida, a capacidade económica e militar para prosseguir esse objetivo. Este facto, por si só, significava que era improvável que se fizesse uma exigência inferior à de uma rendição incondicional, e talvez até indesejável quando, como era o caso em 1943, o conflito estava ainda longe de terminar.

### As Conferências Futuras com Estaline

Casablanca foi seguida por mais três conferências de líderes Aliados, desta vez com a presença de Estaline. A [Conferência de Teerão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26480/conferencia-de-teerao/), de novembro-dezembro de 1943, estabeleceu que uma invasão Aliada da Europa ocorreria em França no verão de 1944. Na [Conferência de Ialta](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25266/conferencia-de-ialta/), em fevereiro de 1945, decidiu-se que os Aliados dividiriam e governariam conjuntamente uma Alemanha derrotada, e que a fronteira da Polónia seria deslocada para oeste para compensar a ocupação pela URSS na parte oriental. Na Conferência de Potsdam, no verão de 1945, foi emitido um ultimato de rendição ao Japão, conhecido como a Declaração de Potsdam. O ultimato foi ignorado até que aeronaves dos EUA lançaram bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáqui. O Japão rendeu-se a 14 de agosto. A guerra foi finalmente ganha, mas as suspeitas mútuas duradouras entre o Leste e o Ocidente significaram que não haveria mais conferências de líderes Aliados, à medida que o mundo entrava numa nova era: a Guerra Fria.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Boatner, Mark. *The Biographical Dictionary of World War II.* Presidio Press, 1996.](https://www.worldhistory.org/books/0891415483/)
- [Dear, I. C. B. & Foot, M. R. D. *The Oxford Companion to World War II.* Oxford University Press, 1995.](https://www.worldhistory.org/books/0198662254/)
- [Holmes, Richard. *The World at War.* Ebury Press, 2007.](https://www.worldhistory.org/books/0091917514/)
- Moskin, Robert J. . *Truman’s War .* Random House, 1996

## Sobre o Autor

Mark é Diretor Editorial da WHE, mestre em Filosofia Política pela Universidade de York. Investigador em tempo integral, é também escritor, historiador e editor. Os seus interesses particulares incluem arte, arquitetura e a descoberta das ideias partilhadas por todas as civilizações.

## Histórico

- **14 Jan 1943 CE**: Franklin Delano Roosevelt becomes the first US President to fly overseas, traveling from Miami, Florida to Casablanca, Morocco to meet with British Prime Minister Winston Churchill to discuss World [War](https://www.worldhistory.org/disambiguation/War/) II strategies.
- **14 Jan 1943 CE - 24 Jan 1943 CE**: Roosevelt and Churchill meet at the [Casablanca Conference](https://www.worldhistory.org/Casablanca_Conference/) during WWII.

## Cite Este Artigo

### APA
Cartwright, M. (2026, July 09). Conferência de Casablanca: O Apelo à Rendição Incondicional do Eixo na Segunda Guerra Mundial. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26481/conferencia-de-casablanca/>
### Chicago
Cartwright, Mark. "Conferência de Casablanca: O Apelo à Rendição Incondicional do Eixo na Segunda Guerra Mundial." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, July 09, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26481/conferencia-de-casablanca/>.
### MLA
Cartwright, Mark. "Conferência de Casablanca: O Apelo à Rendição Incondicional do Eixo na Segunda Guerra Mundial." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 09 Jul 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26481/conferencia-de-casablanca/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 09 July 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

