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title: Primeira Guerra Anglo-Bóer: A Luta do Transvaal pela Independência
author: Mark Cartwright
translator: Filipa Oliveira
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updated: 2026-05-20
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# Primeira Guerra Anglo-Bóer: A Luta do Transvaal pela Independência

_Escrito por [Mark Cartwright](https://www.worldhistory.org/user/markzcartwright/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

A Primeira Guerra Anglo-Bóer (também conhecida como Guerra do Transvaal, 1880-1881) foi um conflito entre a Grã-Bretanha e a República Bóer do Transvaal, na África Austral. Os Bóers lutavam pela independência após a anexação britânica do Transvaal em 1877. Os Bóers venceram a guerra, derrotando o exército britânico em vários recontros graças à sua pontaria superior e à liderança deficiente por parte dos generais britânicos. O acordo de paz restaurou a independência do Transvaal, mas a rivalidade continuaria e acabaria por eclodir novamente em violência na muito maior Segunda Guerra Bóer (1899-1902).

### A Competição entre os Britânicos e os Bóeres na África Austral

Em 1806, a Grã-Bretanha estabeleceu uma colónia na África Austral, a Colónia do Cabo, que incluía o Cabo da Boa Esperança, um importante ponto de paragem para os navios que navegavam de e para a Grã-Bretanha e as suas possessões na Ásia, particularmente a Índia Britânica. Outra colónia britânica foi fundada na região em 1843: o Natal. Os britânicos enfrentavam concorrência não só dos africanos indígenas, mas também dos bóeres, colonos brancos na África Austral que tinham ascendência holandesa, alemã ou francesa. Estes colonos tinham chegado a esta parte de África pela primeira vez no século XVII, quando a região era controlada pela [Companhia Holandesa das Índias Orientais](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-22368/companhia-holandesa-das-indias-orientais/).

O nome bóer significa "agricultor", sendo igualmente conhecidos como africânderes porque falavam afrikaans. Estes colonos "eram determinados, de mentalidade independente e calvinistas, vindo mais tarde a desenvolver um profundo sentimento antibritânico" (Reid, pág. 71). A atitude dos bóeres em relação aos africanos era de absoluta superioridade racial. "Nos seus conflitos com a população negra, foram excecionalmente intransigentes. Na fronteira, governavam através do chicote e da arma" (Pakenham, pág. 45).

Ao longo da década de 1830 — quando a abolição da escravatura por parte dos britânicos (os bóeres utilizavam escravos em larga escala nas suas quintas) e o crescimento populacional significativo exerceram demasiada pressão sobre as terras e os recursos na região do Cabo —, mais de 14 000 bóeres migraram à procura de terras noutros locais, um acontecimento épico conhecido como o *Great Trek* (A Grande Jornada). A partir destes novos territórios, formaram-se duas repúblicas bóeres: o Transvaal (fundado em 1852) e o Estado Livre de Orange (fundado em 1854). O governo britânico reconheceu oficialmente estes Estados bóeres: em 1852 na Convenção do Rio Sand; e em 1854 na Convenção de Bloemfontein.

Predominantemente rural e com um comércio modesto ligado à agricultura, em 1867 o destino da África Austral transformou-se radicalmente após a descoberta de diamantes em Kimberley, na Griqualândia e os britânicos expandiram progressivamente o seu controlo sobre a região. A Griqualândia, rebatizada pelos britânicos como Griqualândia Ocidental, foi convertida em colónia da coroa em 1871. O sonho de muitos altos funcionários coloniais britânicos era unificar as várias colónias num único Estado da África do Sul. Os bóeres, como seria de esperar, valorizavam a sua independência e não viam qualquer razão para se tornarem mais uma parte do Império Britânico.

[ ![Map of the Scramble for Africa after the Berlin Conference](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/19247.png?v=1760720285-1760682525) Mapa da Partilha da África Após a Conferência de Berlim Simeon Netchev (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/19247/map-of-the-scramble-for-africa-after-the-berlin-co/ "Map of the Scramble for Africa after the Berlin Conference")As tensões entre britânicos e bóeres sobre o controlo do território na África Austral tornaram-se ainda mais complexas pelo facto de milhares de bóeres viverem na Colónia do Cabo e em Natal. Outra fonte de discórdia era a política dos colonos em relação aos africanos nativos. Os britânicos estavam, de um modo geral, empenhados em manter relações pacíficas com os chefes africanos (embora isso não os impedisse de se apropriarem, de quando em quando, das terras e dos recursos que desejavam), ao passo que os bóeres consideravam os africanos uma excelente fonte de mão de obra barata e lutavam continuamente para expandir as suas fronteiras e roubar gado às populações indígenas. O governo britânico em Londres considerava que os bóeres estavam a causar uma instabilidade desnecessária na região, enquanto os bóeres ressentiam a interferência imperial nos seus assuntos. Os bóeres ressentiam também a influência crescente da cultura anglo-saxónica nas suas repúblicas, ambas com uma numerosa população britânica.

### A Anexação Britânica do Transvaal

Longe de abrandar, em meados da década de 1870, um novo Secretário das Colónias britânico começou a impulsionar uma política de expansão mais agressiva na África Austral. Lord Carnarvon acreditava que uma África do Sul federal traria benefícios claros: "A federação melhoraria e tornaria substancialmente mais barata a administração dos negócios em quase todas as áreas, e diminuiria grandemente a probabilidade de uma exigência de auxílio sob a forma de fundos ou tropas imperiais" (citado em Smith, pág. 87).

Em 1877 surge uma crise nas relações entre britânicos e bóeres; o obstáculo mais perigoso à ambição britânica de criar uma federação de colónias era o [Reino Zulu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25981/reino-zulu/), um Estado poderoso com um exército numeroso e bem-sucedido. Os zulus representavam uma ameaça tal para o vizinho Transvaal que os britânicos decidiram assumir temporariamente o controlo do Estado bóer a 12 de abril de 1877. Os bóeres, por força da necessidade, cederam à anexação para sua própria proteção. O Transvaal quase se tinha arruinado devido às constantes guerras de fronteira, e o Estado tinha sido recentemente invadido pela tribo Pedi. Um projeto ferroviário fracassado para construir uma linha desde Moçambique até Pretória, a capital do Transvaal, tinha deixado as finanças do Estado com um saldo de uns meros 12 xelins e 6 pences. A tomada de controlo britânica foi executada por um punhado de funcionários e apenas 25 polícias. No mês seguinte, um batalhão britânico chegou para dissuadir quaisquer bóeres de mudar de ideias. Os britânicos injetaram 100 000 libras no tesouro do Transvaal, instalaram uma linha de telégrafo e hastearam a sua bandeira no edifício do parlamento, o *Volksraad*.

[ ![Paul Kruger](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21815.png?v=1778750682-1778750735) Paul Kruger Unknown Photographer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21815/paul-kruger/ "Paul Kruger")### O Ressentimento Latente

Um exército britânico derrotou o Reino Zulu em 1879 (a Zululândia converter-se-ia em colónia da coroa em 1887). Ironicamente para os britânicos, a eliminação da ameaça zulu apenas fortaleceu a posição das repúblicas bóeres, que podiam agora concentrar-se na sua luta contra os seus homólogos brancos. Em 1880, os bóeres do Transvaal queriam voltar a ser independentes, mas o governo britânico recusou-se a concedê-la. Os bóeres, contudo, estavam dispostos a lutar pela independência, o que, no mínimo, os libertaria do fardo de pagar impostos aos britânicos. O primeiro passo foi o envio de uma delegação a Londres — que incluía o vice-presidente do Transvaal, Paul Kruger (1825-1904) — para defender a causa da autonomia política. A missão, que apresentou uma petição assinada por 6591 agricultores bóeres a exigir a restauração da independência, foi recambiada para África com um "não" polido, mas firme, a ecoar-lhes nos ouvidos.

Os bóeres do Transvaal não estavam de todo satisfeitos pelo facto da maior parte do investimento britânico na sua nova colónia ter sido canalizada para a rede de telégrafo. Não houvera qualquer investimento em estradas, pontes ou hospitais. O conselho legislativo, que governava o Estado a partir de Pretória, estava repleto de britânicos e visivelmente desprovido de delegados bóeres. Muitos agricultores bóeres ameaçavam agora boicotar os negócios de propriedade britânica e recusar o pagamento dos seus impostos. A tempestade estava a formar-se.

Um grupo de 1000 bóeres armados ameaçou forçar uma tomada de posição em Wonderfontein, mas o general britânico responsável pelo Transvaal, o veterano Garnet Wolseley (1833-1913), mandou prender os líderes. Wolseley regressou a Inglaterra, mas não antes de, num erro clamoroso de leitura da situação local, recomendar a redução dos batalhões em Natal e no Transvaal de seis para quatro.

[ ![Members of a Boer Commando](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21816.png?v=1778750999-1778751075) Membros de um Comando Bóer Unknown Photographer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21816/members-of-a-boer-commando/ "Members of a Boer Commando")### Eclode a Guerra

Em novembro de 1880, ocorreu um daqueles acontecimentos aparentemente inofensivos da vida colonial: um homem foi detido por não pagar os impostos. Na verdade, este evento desencadeou uma rebelião em grande escala. O bóer detido chamava-se Bezuidenhout, e o xerife local tentou apreender as carroças da sua quinta como pagamento dos impostos. Um grupo de bóeres armados, liderado por Piet Cronjé (1836-1911), interveio para defender Bezuidenhout. A 16 de dezembro, foram trocados tiros entre um comando bóer e a guarnição britânica em Potchefstroom. Mais tarde, nesse mesmo mês, cerca de 5000 bóeres armados reuniram-se em Paardekraal, motivados por discursos de desafio proferidos por Kruger e pelo inflamado clérigo e advogado Edward Jorissen. Foi consensual entre todos os presentes que seria emitida uma declaração de independência e que o antigo parlamento bóer seria restaurado.

Pequenos grupos de bóeres armados enfrentariam cada uma das várias guarnições britânicas, enquanto uma força maior se dirigiria para a fronteira com Natal para impedir a entrada de novas forças britânicas no Transvaal. Os bóeres não eram soldados profissionais. Tinham excelentes espingardas e sabiam manejá-las muito bem, mas não dispunham de artilharia. Contavam com a vantagem numérica a seu favor, desde que atacassem antes que os britânicos pudessem reforçar as suas colónias por via marítima. Talvez a maior vantagem que os bóeres possuíam era o conhecimento do terreno local e da melhor forma de combater nele.

A primeira ação militar ocorreu a 20 de dezembro de 1880, quando uma coluna britânica de cerca de 250 soldados foi avisada para retroceder e, perante a recusa do oficial comandante, foi atacada. Os invasores tinham alcançado Bronkhorstspruit, a dois dias de marcha de Pretória. Os britânicos não conseguiam sequer ver de onde os bóeres estavam a disparar, tal era o seu uso inteligente do terreno. Com um terço do seu contingente morto e outro terço ferido, os britânicos renderam-se. Os bóeres tinham capturado uma valiosa reserva de armas e munições. A 28 de janeiro de 1881 os bóeres obtiveram a sua segunda vitória em Laing's Nek.

[ ![General Colley at the Battle of Majuba Hill](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21824.jpg?v=1779206091-1779206191) O General Colley na Batalha de Majuba Hill Illustrated London News (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21824/general-colley-at-the-battle-of-majuba-hill/ "General Colley at the Battle of Majuba Hill")Os bóeres infligiram novamente uma pesada derrota aos britânicos em Majuba Hill, no norte de Natal, a 27 de fevereiro. Uma coluna de 600 homens, liderada pelo Major-General George Colley, tentou subir a colina de Majuba para depois atacar um acampamento bóer no lado oposto. Na verdade, foram os bóeres que passaram ao ataque, subindo a colina e alvejando eficazmente os britânicos, que não tinham preparado quaisquer defesas em trincheira. Os britânicos sofreram pesadas baixas e retiraram em pânico. Apenas Colley permaneceu na colina; foi baleado na testa enquanto caminhava em direção ao inimigo.

### O Armistício

A Batalha de Majuba foi uma derrota bastante grave, mas havia notícias ainda mais preocupantes para o governo britânico. Abundavam os rumores de que muitos bóeres no Estado Livre de Orange, e até na Colónia do Cabo, estavam dispostos a juntar-se à rebelião do Transvaal. Uma solução militar parecia agora a menos provável para resolver as verdadeiras causas da guerra. Crucialmente, Kruger estava disposto a aceitar um armistício.

O novo primeiro-ministro britânico, William Gladstone (1809-1898), estava determinado a não envolver a Grã-Bretanha em guerras coloniais onde os interesses estratégicos não estivessem em jogo. O governo estava também preocupado com as graves perturbações que então decorriam na Irlanda. Consequentemente, e apesar dos apelos de alguns quadrantes para vingar Majuba Hill, Gladstone optou por não enviar um exército britânico para a África do Sul, assinando antes os termos de paz provisórios com os bóeres do Transvaal a 23 de março. Como observa o historiador I. Knight:

> A Guerra do Transvaal não alcançou nenhum dos objetivos da Grã-Bretanha, fosse a nível militar ou político, tendo sido a única campanha consistentemente malsucedida travada pelo exército britânico durante o período vitoriano.
> (pág. 39)

[ ![Map of the Second Anglo-Boer War, 1899–1902](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/21741.png?v=1776288909-1776234148) Mapa da Segunda Guerra Anglo-Bóer, 1899–1902 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/21741/map-of-the-second-anglo-boer-war-1899-1902/ "Map of the Second Anglo-Boer War, 1899–1902")Foram assinadas duas convenções entre os britânicos e as repúblicas bóeres: uma em Pretória, em agosto de 1881, e a segunda em Londres, em fevereiro de 1884. As convenções restauraram a independência bóer, mas a situação encerrava alguma ambiguidade, visto que o preâmbulo da Convenção de 1881 continha uma referência que afirmava a suserania britânica, particularmente sobre a política externa. Havia também uma cláusula que impedia o Transvaal de tomar qualquer medida que pudesse prejudicar economicamente outras colónias na África Austral. Os bóeres julgavam ter recuperado a sua independência. Os britânicos consideravam ter devolvido apenas uma independência limitada. Esta ambiguidade de interpretação permitiu a paz, mas foi também a receita para um desastre futuro.

### As Consequências

A derrota na Guerra do Transvaal não impediu os britânicos de continuarem a sua expansão imperialista. Adquiriram o Protetorado da Basutolândia (o atual Lesoto) em 1884 e o Protetorado da Bechuanalândia (o atual Botsuana) em 1885. A Suazilândia e a Pondolândia foram adicionadas à heterogénea coleção britânica de Estados da África Austral em 1893 e 1894, respetivamente.

Em pleno auge de todo este imperialismo, deu-se a extraordinária descoberta de maciços depósitos de ouro em Witwatersrand, no Transvaal, em 1886. Quase inevitavelmente, eclodiu outro conflito: a Segunda Guerra Anglo-Bóer, em 1899. Esta guerra foi travada numa escala muito maior do que o primeiro conflito. As hostilidades centraram-se originalmente nos direitos políticos dos brancos não bóeres no Transvaal e na desconfiança gerada pelo fracasso do Jameson Raid em dezembro de 1895 (uma tentativa britânica não oficial de golpe de Estado). A guerra decidiria quem controlaria a África Austral e os seus ricos recursos. Os britânicos venceram a guerra, embora tenham ficado amplamente desacreditados pelo uso de táticas de terra queimada e de campos de concentração para civis. As duas repúblicas bóeres e as várias colónias britânicas foram unificadas na União da África do Sul em 1910.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Chamberlain, M. E. *The Scramble for Africa.* Routledge, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/1408220148/)
- [Dalziel, Nigel & Mackenzie, John. *The Penguin Historical Atlas of the British Empire.* Penguin Books, 2006.](https://www.worldhistory.org/books/0141018445/)
- [Fage,. *The Cambridge History of Africa.* Cambridge University Press, 1985.](https://www.worldhistory.org/books/0521228034/)
- [Fremont-Barnes, Gregory & O'Neill, Robert. *The Boer War 1899–1902.* Osprey Publishing, 2003.](https://www.worldhistory.org/books/1841763969/)
- [Jackson, Tabitha. *The Boer War.* Channel 4 Book, 1999.](https://www.worldhistory.org/books/075221702X/)
- [James, Lawrence. *Empires in the Sun.* Pegasus Books, 2017.](https://www.worldhistory.org/books/1681774631/)
- [James, Lawrence. *The Rise and Fall of the British Empire.* St. Martin's Griffin, 1997.](https://www.worldhistory.org/books/031216985X/)
- Knight, Ian. *Boer Wars 1836-1898.* Osprey, 2020
- [Marshall, P. J. *The Cambridge Illustrated History of the British Empire.* Cambridge University Press, 1996.](https://www.worldhistory.org/books/0521432111/)
- [Pakenham, Thomas. *Scramble for Africa..* Harper Perennial, 1992.](https://www.worldhistory.org/books/0380719991/)
- [Pakenham, Thomas. *The Boer War.* Random House, 1979.](https://www.worldhistory.org/books/0394427424/)
- [Reid, Richard J. *A History of Modern Africa.* Wiley-Blackwell, 2020.](https://www.worldhistory.org/books/1119381924/)
- [Smith, Simon C. *British Imperialism 1750–1970.* Cambridge University Press, 1998.](https://www.worldhistory.org/books/052159930X/)

## Sobre o Autor

Mark é Diretor Editorial da WHE, mestre em Filosofia Política pela Universidade de York. Investigador em tempo integral, é também escritor, historiador e editor. Os seus interesses particulares incluem arte, arquitetura e a descoberta das ideias partilhadas por todas as civilizações.

## Histórico

- **Dec 1880 CE - Feb 1881 CE**: The First Anglo-Boer [War](https://www.worldhistory.org/disambiguation/War/) (aka Transvaal War). The Boers win and regain independence for Transvaal.
- **20 Dec 1880 CE**: The Boers defeat the British at the [Battle](https://www.worldhistory.org/disambiguation/battle/) of Bronkhorst Spruit.
- **28 Jan 1881 CE**: The Boers defeat the British at the [Battle](https://www.worldhistory.org/disambiguation/battle/) of Laing’s Nek.
- **27 Feb 1881 CE**: The Boers defeat the British at the [Battle](https://www.worldhistory.org/disambiguation/battle/) of Majuba Hill in northern Natal.

## Links Externos

- [Unique Photographs from the Boer War | The Heritage Portal](https://www.theheritageportal.co.za/article/unique-photographs-boer-war)
- [The First Anglo-Boer War, 1880–1881 (Chapter 9)](https://www.cambridge.org/core/books/queen-victorias-wars/first-angloboer-war-18801881/E42F8D26D942C6F138E6B4F822461CC0)
- [Boer War | National Army Museum](https://www.nam.ac.uk/explore/boer-war)

## Cite Este Artigo

### APA
Cartwright, M. (2026, May 20). Primeira Guerra Anglo-Bóer: A Luta do Transvaal pela Independência. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26343/primeira-guerra-anglo-boer/>
### Chicago
Cartwright, Mark. "Primeira Guerra Anglo-Bóer: A Luta do Transvaal pela Independência." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, May 20, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26343/primeira-guerra-anglo-boer/>.
### MLA
Cartwright, Mark. "Primeira Guerra Anglo-Bóer: A Luta do Transvaal pela Independência." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 20 May 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-26343/primeira-guerra-anglo-boer/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 20 May 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

