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title: Qilin (Unicórnio Chinês)
author: Joanne Taylor
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-23090/qilin-unicornio-chines/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-04-30
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# Qilin (Unicórnio Chinês)

_Escrito por [Joanne Taylor](https://www.worldhistory.org/user/joannetaylor/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

O qilin (麒麟, ou simplesmente lin 麟) é uma criatura mítica chinesa, frequentemente traduzida como "unicórnio chinês". Embora este termo possa sugerir uma criatura de um único chifre, o qilin é muitas vezes representado com dois. Contudo, tal como o unicórnio ocidental, o qilin era considerado puro e benevolente. Sendo um presságio auspicioso raramente visto, o qilin anuncia a virtude, a grandeza futura e uma liderança justa.

Ao longo da história, o qilin pode ser encontrado na literatura, na arte e nos relatos do quotidiano chinês. Como uma das Quatro Bestas Auspiciosas — a par do dragão, da fénix e da tartaruga — o qilin também personifica a prosperidade e a longevidade, possuindo um estatuto celestial. As referências ao qilin remontam a textos chineses antigos, onde esta criatura venerada é considerada um sinal de boa fortuna e um indicador de um governante virtuoso. A sua associação ao filósofo Confúcio (cerca de 551 a cerca de 479 a.C.) sublinha a sua importância como símbolo de bom augúrio. A imagética do qilin foi privilegiada em várias dinastias chinesas e a sua popularidade estende-se a outros países asiáticos, incluindo o Japão, a Coreia e o Vietname.

### **O Qilin nos Textos Clássicos**

No clássico *Livro dos Rituais* (também conhecido como *Liji,* de data incerta), o qilin é listado como uma das quatro criaturas inteligentes, a par da fénix, do dragão e da tartaruga, frequentemente designadas como as Quatro Bestas Auspiciosas. Cada uma destas criaturas divinas simboliza diferentes virtudes, consideradas essenciais para uma coexistência harmoniosa e bem-sucedida. De um modo geral, o dragão simboliza o poder e a força, a fénix a renovação e a graça, a tartaruga a longevidade e a estabilidade, e o qilin a prosperidade e a retidão. Juntos, estes seres transmitem uma mensagem coletiva de boa fortuna e equilíbrio.

*O Clássico dos Montes e Mares* (*Shanhai jing*, século IV a.C.), uma proposta de geografia mitológica de terras estrangeiras, menciona várias bestas de um só chifre, mas nenhuma é especificamente identificada como sendo o qilin. A referência mais antiga que se conhece do qilin em textos antigos remonta ao período Zhou Ocidental (1045-771 a.C.), a primeira metade da [dinastia Zhou](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12403/dinastia-zhou/), a mais longa da história da China. O qilin também aparece no *Shijing*, também chamado *Livro das Odes* ou *Clássico da Poesia*, que se diz ter sido compilado por Confúcio no século IV a.C., o que faz desta a mais antiga coleção de poesia subsistente na China. O *Shijing* contém pouco mais de 300 poemas e canções, estimando-se que alguns tenham sido escritos entre cerca de 1000 e cerca de 500 a.C. A peça em questão, "Os Pés do Lin", surge no final da secção que capta as vozes do povo comum. Extraído da tradução para inglês de Bernhard Karlgren, *Livro das Odes* (1950):

> Os pés do lin! Vós, majestosos filhos do príncipe! Oh, o lin!
> A fronte do lin! Vós, majestosos parentes do príncipe! Oh, o lin!
> Os chifres do lin! Vós, majestosos membros do clã do príncipe! Oh, o lin!

Aqui, *lin* refere-se ao qilin, e as suas características físicas distintivas são comparadas à descendência e linhagem real. Karlgren descreve esta peça como "uma simples canção de caça e uma exclamação de alegria" (pág. 7), sugerindo que se referia originalmente a um animal real mas raro, como um tipo de veado, que mais tarde se tornou uma lenda fantástica. Na tradução de James Legge do mesmo poema, o autor nota que o qilin possuía corpo de veado, cauda de boi, cascos de cavalo, um único chifre e escamas de peixe. Os pés do qilin não são usados para ferir qualquer ser vivo, nem mesmo a erva; ele nunca dá cabeçadas nem ataca com o seu chifre. Sendo esta uma tradução popular e de livre acesso, estas notas são frequentemente citadas e apresentam o qilin como um ser supremamente pacífico e benevolente por escolha própria.

[ ![Kirin (Qilin)](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18959.jpg?v=1716014216-1716276934) Kirin (Qilin) Sanctu (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/18959/kirin-qilin/ "Kirin (Qilin)")No século V a.C., encontramos o qilin, novamente mencionado como lin, nos *Anais da Primavera e do Outono*, um registo histórico de eventos ocorridos no estado de Lu. Esta crónica regista que um lin foi capturado no 14.º ano do governo do Duque Ai, em 481 a.C. Estudiosos posteriores analisaram e atribuíram grande significado a este acontecimento, tal como poderá ter feito o próprio Confúcio, o compilador dos *Anais da Primavera e do Outono*.

Da tradução inglesa de James Legge de *The Chinese Classics*, (*Clássicos Chineses*) volume V, 1872, página 832 (parênteses retos do tradutor):

> No décimo quarto ano \[do duque\], na primavera, \[alguns\] caçadores no oeste capturaram um lin.

### **Confúcio e o Qilin**

Os estudiosos têm interpretado estes registos históricos em vários níveis de profundidade simbólica. Comentários aos *Anais da Primavera e do Outono*, que remontam ao século IV a.C., apresentam diferentes relatos e pormenores sobre o avistamento e a morte subsequente do qilin capturado. Alguns estudiosos consideram que o aparecimento do qilin foi um prodígio que o próprio Confúcio considerou significativo, fornecendo os seguintes detalhes. Perto do fim da vida de Confúcio, um qilin terá sido capturado por caçadores ou, segundo alguns relatos, por apanhadores de lenha. A criatura estava ferida, foi reconhecida como sendo única e levada a Confúcio. Ao identificar a criatura como um qilin, Confúcio terá chorado, considerando um mau presságio que o divino qilin tivesse aparecido na altura errada e morrido devido aos ferimentos. Em vez de surgir durante um governo justo, simbolizando prosperidade, o qilin apareceu sob uma liderança que Confúcio considerava insatisfatória, naquilo que ele via como um tempo de declínio moral. Diz-se que Confúcio encarou a morte do qilin como um sinal de que a sua própria morte estava próxima e de que a dinastia Zhou já não possuía o direito divino de governar; tinham perdido o [Mandato do Céu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16203/mandato-do-ceu/). Dois anos depois, Confúcio morreu.

[ ![Confucius by Wu Daozi](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/970.jpg?v=1773232145) Confúcio por Wu Daozi Louis Le Grand (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/970/confucius-by-wu-daozi/ "Confucius by Wu Daozi")Segundo a lenda, um qilin também apareceu à mãe de Confúcio pouco antes de este nascer, trazendo, em alguns relatos, uma placa de jade. Por este motivo, o qilin continua a ser associado ao nascimento e à morte de grandes sábios.

### **A Aparência Física**

As descrições escritas da aparência do qilin variam ao longo da história. Algumas atribuem-lhe o corpo de um veado, cauda de boi, frequentemente cascos fendidos, cabeça de dragão e escamas, por vezes com chamas a emanar do corpo. Embora alguns comentadores modernos utilizem estas características para classificar o qilin como uma quimera — uma combinação de partes de outras criaturas —, ao analisar a história da arte, isto parece ser uma interpretação errada. Trata-se, antes, de evocar as características de uma grande variedade de criaturas familiares para demonstrar o quão fabuloso e raro é o qilin. Na [mitologia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-427/mitologia/) chinesa, a essência e o simbolismo são primordiais, sobrepondo-se à aparência externa. Da escultura à pintura, e da cerâmica ao bordado, o qilin tem sido um tema popular ao longo da história. Embora a representação das suas características físicas tenha sofrido algumas alterações com o tempo, a sua essência e simbolismo permaneceram mais constantes.

[ ![Rank Badge with Qilin (16th–Early 17th Century)](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18961.jpg?v=1746717374-1716278129) Insígnia de Patente com Qilin (Século XVI – Inícios do Século XVII) unknown (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/18961/rank-badge-with-qilin-16th-early-17th-century/ "Rank Badge with Qilin (16th–Early 17th Century)")Na capital da China, Pequim, encontra-se uma grande estátua de bronze de um qilin no exterior do Palácio de Verão. Possui uma cabeça de dragão com dois chifres, cascos fendidos e chamas que emanam do seu corpo robusto e escamoso. Uma imagética semelhante de um qilin com dois chifres, escamas e cascos fendidos foi utilizada em insígnias de patente usadas entre 1453 e 1662 nas vestes de oficiais militares de primeira classe. As insígnias de patente com o qilin eram vestidas na [dinastia Ming](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17848/dinastia-ming/) (1368-1644) para indicar proximidade ao imperador, e o uso do qilin nos trajes militares de generais remonta à [dinastia Tang](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-13980/dinastia-tang/) (618-907). Pensa-se que a variação na aparência do qilin nos desenhos das insígnias, mesmo do mesmo período, se deve ao facto de serem confecionadas individualmente a expensas de quem as vestia. Tal variação pode ser observada nas insígnias encontradas durante a escavação do túmulo do Duque Xu Fu († 1517), em Nanquim. Uma delas era uma insígnia de patente particularmente interessante, com uma criatura semelhante a um qilin tradicional, mas com um pescoço muito longo. O estudioso James C. Y. Watt afirma que, quando comparada com pinturas de girafas da dinastia Ming, torna-se claro que a aparência do qilin foi influenciada pela girafa.

### **A Girafa como Qilin**

Durante a dinastia Ming, o Imperador Yongle (reinou 1403-1424) foi presenteado com uma girafa pelo Rei Saif Al-Din Hamzah Shah de Bengala, em 1414. Acreditou-se que se tratava de um qilin e de um sinal auspicioso que confirmava o governo justo do Imperador Yongle. O almirante e aventureiro chinês Zheng He realizou sete viagens diplomáticas entre 1405 e 1433, tendo trazido consigo muitas maravilhas, incluindo a girafa, que nunca antes fora vista na China. Muitos interpretaram a chegada da girafa como sendo o auspicioso qilin devido ao seu comportamento dócil e aparência única. Uma criatura tão invulgar fez, de facto, parecer a alguns que o *Clássico dos Montes e Mares* estivera certo o tempo todo. Assim, o qilin-girafa tornou-se uma imagem cultural popular e uma ferramenta na diplomacia internacional.

[ ![Giraffe with Two Keepers](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18960.jpg?v=1716015048-1716277376) Girafa com Dois Tratadores Unknown Artist (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/18960/giraffe-with-two-keepers/ "Giraffe with Two Keepers")A influência do qilin estende-se para lá da China. No Japão é chamado kirin e na Coreia é conhecido como girin (pronunciado "kirin"). Curiosamente, tanto em japonês como em coreano, a palavra para qilin e girafa é a mesma. O simbolismo e a aparência do kirin e do girin são semelhantes aos do seu homólogo chinês. No Japão, um kirin de um só chifre é famosamente retratado na [cerveja](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10181/cerveja/) Kirin, fabricada desde 1888. Na Coreia, o girin pode apresentar uma pele de veado em vez de escamas, mas mantém as suas chamas. O Kỳ Lân do Vietname partilha muitas semelhanças com o qilin e é igualmente um símbolo de boa fortuna.

### **Cultura Alargada e Interpretações Modernas**

Como símbolo de boa sorte e proteção, o qilin pode ser incluído em arranjos de feng shui domésticos para promover a harmonia. As famílias que desejam ter filhos podem colocar representações do qilin para que estas os abençoem com descendentes de futuro brilhante, particularmente no que toca a alcançar o sucesso e o estatuto através da educação ou da ascensão a cargos oficiais. Um exemplo desta conotação com o elevado estatuto e realização, para além das insígnias de patente, foi a Corte do Qilin, um salão construído na [dinastia Han](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11960/dinastia-han/) Ocidental (206 a.C. a 9 d.C.). Este local alberga retratos de generais e ministros aprovados pelo imperador, representando uma honra elevada que celebra os seus feitos.

[ ![Charger with Qilin](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18958.jpg?v=1716013402-1716275911) Prato de Servir com Qilin Rijksmuseum (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18958/charger-with-qilin/ "Charger with Qilin")Durante festivais e celebrações, como o Ano Novo Chinês, pode ser realizada a dança do qilin — uma dança folclórica tradicional com ligações às artes marciais. Os intérpretes vestem fatos coloridos e decorados, invocando a prosperidade através dos seus movimentos que emulam o qilin. De facto, algumas formas da dança do qilin estão a atravessar um renascimento moderno. Outra abordagem moderna ao qilin surgiu no filme *Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore*, (tít. original *Fantastic Beasts: The Secrets of Dumbledore*, 2022) no qual foram mantidos alguns aspetos tradicionais da mitologia chinesa.

### **Conclusão**

Da mitologia antiga à iconografia imperial e aos meios de comunicação contemporâneos, o qilin encarna valores intemporais de benevolência e assinala um governo virtuoso. A sua representação em textos antigos e o seu papel em festivais enfatizam a sua importância como símbolo de boa fortuna e retidão. A posição do qilin como uma das Quatro Bestas Auspiciosas e a sua ligação a Confúcio realçam ainda mais o seu lugar na história da China. Hoje, o qilin floresce na dança, na arte, no feng shui e no entretenimento, refletindo o seu duradouro significado cultural em diversas regiões da Ásia.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

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## Sobre o Autor

Joanne é escritora, editora de ficção e revisora, apaixonada por língua e cultura, mitologia e folclore mundial, e pelo marketing centrado no ser humano. Uma das suas criaturas mitológicas favoritas é o makara. Além disso, é a responsável pelo prémio literário Ink of Ages Fiction Prize.
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## Perguntas & Respostas

### Será o qilin um unicórnio?
O qilin, frequentemente chamado de unicórnio chinês, pode ter um ou dois chifres. Tal como o unicórnio ocidental, é uma criatura pura e benevolente.

### O que simboliza o qilin chinês?
O qilin chinês simboliza prosperidade, boa liderança e grandeza futura. Está também associado ao nascimento e à morte dos sábios.

### Qual é a diferença entre um qilin e um kirin?
O qilin é uma criatura auspiciosa da mitologia chinesa. O kirin é a versão japonesa e o girin é a versão coreana da mesma criatura.


## Cite Este Artigo

### APA
Taylor, J. (2026, April 30). Qilin (Unicórnio Chinês). (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-23090/qilin-unicornio-chines/>
### Chicago
Taylor, Joanne. "Qilin (Unicórnio Chinês)." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, April 30, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-23090/qilin-unicornio-chines/>.
### MLA
Taylor, Joanne. "Qilin (Unicórnio Chinês)." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 30 Apr 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-23090/qilin-unicornio-chines/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 30 April 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(is) para obter informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

