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title: Sif
author: Joshua J. Mark
translator: Vitor Cavalcanti
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20033/sif/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-05-12
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# Sif

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Vitor Cavalcanti](https://www.worldhistory.org/user/vitorcavalcanti)_

Sif é uma deusa da fertilidade na [mitologia nórdica](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12388/mitologia-nordica/), esposa de [Thor](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11922/thor/), o [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) do trovão. Ela é mais conhecida pela história em que Loki, o deus trapaceiro, corta seu cabelo numa travessura e é forçado a substituí-lo por uma tiara mágica, o que leva à criação de vários outros itens encantados bem conhecidos, incluindo o martelo de Thor.

Ela é a mãe de Thrud, filha de Thor, e de um filho, Ullr, de pai anônimo, o qual foi o deus do arco e flecha, da caça e do esqui na era pré-viking. O *Prólogo* da *[Edda](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15803/edda/) em Prosa* lista vários outros filhos, mas a maioria, além de Moda e Magi, nunca é mencionada novamente. Sif é tradicionalmente retratada com longos cabelos dourados que alguns estudiosos afirmam simbolizar o trigo. Nesta interpretação, ela faz parte de um casal divino da fertilidade, por representar o solo da terra e Thor, um deus do céu, a chuva que fertiliza esse solo para produzir colheitas.

Vários estudiosos, incluindo Rudolf Simek, rejeitam essa interpretação, pois Sif nunca teve o mesmo tipo de culto de outras deusas da fertilidade, tal como Freyja e Frigg, e aparece apenas na história de seu corte de cabelo indesejado como a catalisadora para a criação de seis itens mágicos. Além desta história da *Edda em Prosa* do século XIII, [escrita](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-71/escrita/) pelo mitógrafo islandês Snorri Sturluson (1179-1241), ela também é brevemente mencionada na *Lokasenna* ("Provocações de Loki") e em outra obra da *Edda Poética*, questionando sua virtude e fidelidade.

Nenhuma lenda a associa diretamente à fertilidade, e seu nome se traduz (segundo Simek, 283) como "relação por casamento" ou "relação de parentesco por afinidade" (Lindow, 266). Ela é geralmente entendida, portanto, simplesmente como a esposa de Thor, que recebeu esse nome em uma época em que Thor era visto como um deus da fertilidade e os mitos estabelecidos envolvendo Freyja e Frigg as desqualificavam como candidatas à sua esposa.

### **O Corte de Cabelo de Sif e os Itens Mágicos**

No capítulo *Skáldskaparmál* ("Linguagem da Poesia") da *Edda em Prosa*, Sif faz sua aparição mais importante. A história começa com Loki pensando em alguma travessura que ele pode causar e decidindo que seria divertido rapar a cabeça de Sif enquanto ela dorme. Como o cabelo de Sif era sua característica marcante, a perda dele proporcionaria a Loki alguma diversão, ao mesmo tempo que, sem dúvida, enfureceria seu marido. Assim, na visão de Loki, seria uma proposta vantajosa para ambos os lados. Ele rapa a cabeça de Sif enquanto ela dorme ao lado de Thor que, quando acorda e a vê, fica furioso e imediatamente sabe que Loki é o culpado e o encontra, ameaçando quebrar todos os seus ossos de uma vez, a menos que restaure o cabelo dela.

Loki pede perdão e implora por sua liberdade a fim de ir ao reino dos anões sob a terra. Lá, ele garante a Thor que recorrerá aos grandes artesãos — capazes de forjar qualquer coisa — para criar uma cabeleira destinada a Sif, ainda mais impressionante que a original. Thor liberta Loki, que se dirige rapidamente para Svartalfheim, debaixo da terra.

Existem versões ligeiramente diferentes do mito, mas, essencialmente, Loki encontra os filhos do grande artesão anão Ivaldi, Brokkr e Sindri (também chamados de Brokk e Eitri) e pede-lhes ajuda. Eles fazem para Sif um lindo adorno de cabeça de ouro para substituir os cabelos e então criam outros cinco itens mágicos:

- O navio *Skidbladnir*, o mais rápido de todos os navios, o qual pode ser dobrado e carregado no bolso
- A lança de Odin, *Gungnir*, que sempre acerta o seu alvo
- O Javali Dourado de Freyr, *Gullinbursti*
- O anel mágico *Draupnir*, que gerava oito novos anéis a cada nona noite
- O martelo de Thor, *Mjölnir* (“Relâmpago”), que sempre retornava à sua mão

Os anões haviam feito os três primeiros itens e estavam preparados para entregá-los aos deuses e receber sua recompensa quando Loki, sentindo-se travesso novamente, os provocou com uma aposta: ele apostou A sua cabeça contra a capacidade deles de forjar mais três itens tão impressionantes quanto os recém-terminados. Brokkr e Sindri aceitam o desafio, e Brokkr começa a trabalhar os foles enquanto Sindri conjura a magia necessária.

Loki se transforma em uma mutuca (moscardo) e pica a mão de Sindri, mas o anão ignora a dor e retira o javali dourado do fogo. Em seguida, enquanto eles começam a trabalhar novamente, Loki-mutuca pica o pescoço de Brokkr, mas os anões continuam e produzem o anel mágico. Loki, agora começando a entrar em pânico, entende que para manter a sua cabeça deve arruinar a última peça e, assim, pica Brokkr acima do olho, ferindo-o de modo que o sangue escorreu pelo seu rosto.

[ ![The Sons of Ivaldi Forging Thor's Hammer](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/13464.jpg?v=1776128653) Os Filhos de Ivaldi Forjando o Martelo de Thor Elmer Boyd Smith (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/13464/the-sons-of-ivaldi-forging-thors-hammer/ "The Sons of Ivaldi Forging Thor's Hammer")Brokkr continua a operar os foles enquanto Sindri molda a peça no fogo e retira o martelo mágico. No entanto, como Brokkr não conseguia ver o que estava fazendo, o cabo do martelo ficou mais curto do que o previsto. Ainda assim, ele retornará à mão de seu dono uma vez arremessado e os anões ficaram tão satisfeitos com isso que o reuniram junto ao resto para oferecer aos deuses.

Loki-mutuca pega todos os seis itens e se apressa para Asgard para apresentá-los como presentes antes que os anões possam chegar e contar a alguém sobre a aposta. Ele presenteia a Sif o seu novo cabelo e a Thor o martelo; ele dá a Odin o anel e a lança; Freyr recebe o navio mágico e o javali. Os anões chegam, contam aos deuses sobre a aposta e exigem a cabeça de Loki, que os deuses dizem que podem ter, apesar dos presentes maravilhosos que ele lhes deu. Loki aponta, no entanto, que ele apostou apenas a cabeça, não o pescoço, e não há como eles removerem a cabeça dele sem danificar o pescoço. Os anões deliberam e então decidem costurar firmemente a boca de Loki antes de voltarem para casa.

### **Sif como Prêmio na Corrida de Odin**

Sif desempenha um papel secundário no conto acima – qualquer outro catalisador poderia ter sido usado com a mesma facilidade para enviar Loki aos anões para criarem os itens – e isso é verdade em outras histórias em que ela aparece. Ela parece ter uma identidade clara como uma personagem que já gozou de plena profundidade, mas nas histórias que a apresentam, ela serve, principalmente, como um artifício de enredo que impulsiona a ação.

Na história da corrida de cavalos de Odin contra o gigante Hrungnir, Sif é reivindicada como prêmio pelo gigante, mesmo ele tendo perdido a corrida. Após Odin ter reivindicado o cavalo mágico Sleipnir como sua montaria, ele cavalga pelos Nove Reinos da cosmologia nórdica e chega eventualmente a Jotunheim, terra dos gigantes de gelo. Hrungnir admira Sleipnir, mas afirma que o seu próprio cavalo, Gullfaxi ("Crina Dourada"), é o mais rápido e melhor em todos os mundos. Odin o desafia para uma corrida e os dois partem galopando em direção à linha de chegada em Asgard.

[ ![Odin & his Horse Sleipnir](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/13835.jpg?v=1765184885) Odin e seu Cavalo Sleipnir Germanic Mythology (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/13835/odin--his-horse-sleipnir/ "Odin & his Horse Sleipnir")Os deuses abriram os portões para Odin e planejavam fechá-los bruscamente assim que Hrungnir se aproximasse, mas o gigante estava tão colado a Odin que, quando terminaram, ele já havia entrado nos muros do reino. Odin sente-se compelido a oferecer hospitalidade e entrega uma bebida a Hrungnir, a qual o gigante termina rapidamente e depois exige mais. Hrungnir termina por ficar bêbado e barulhento, ameaçando os asgardianos com destruição e gritando que levará as duas deusas mais belas, Freyja e Sif, como prêmios para Jotunheim, juntamente com o Salão dos Heróis de Odin, [Valhalla](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20067/valhalla/).

Os deuses já desprezavam Hrungnir por raptar, em algum momento, a filha de Thor e Sif, Thrud. Thrud é possivelmente uma [Valquíria](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20057/valquiria/) que escapou de Hrungnir ou possivelmente outra mulher; não há relato de seu rapto pelo gigante, apenas uma referência a ele. Depois de Hrungnir bradar além do ponto o qual os deuses conseguiam suportar – e especialmente após sua ameaça de raptar Freyja e Sif – eles chamam Thor que, ao chegar, desafia o gigante para um duelo e o mata com seu martelo, esmagando seu crânio em pedaços. O cadáver do gigante cai sobre Thor, prendendo seu pescoço sob uma perna gigantesca, e Thor só pôde ser libertado por seu poderoso filho de três anos, Magi, que então recebe Gullfaxi como presente em gratidão.

### **Sif na *Edda Poética***

Na *Edda Poética*, Sif também faz breves aparições e fala apenas uma vez. No poema *Hárbarðsljóð* ("A Canção de Harbardr"), Thor está retornando a Asgard de aventuras em Jotunheim e chega a uma balsa comandada por um homem chamado Harbardr (que na verdade é Odin em um de seus disfarces). Thor solicita passagem pela água, mas, em vez disso, o barqueiro o insulta. Ele diz a Thor que ele deveria se esforçar mais para se vestir melhor, já que ele parece um mendigo. Ele então o conta sobre suas várias habilidades mágicas e que sabe que Sif, a esposa de Thor, está em casa com um amante. Thor o acusa de mentir e o insulta ainda mais. A disputa entre Odin e Thor continua enquanto Harbardr segue maltratando Thor sem parecer levar nada do que ele diz a sério e, no final, Harbardr ainda se recusa a deixar Thor passar.

[ ![Sif- Norse Goddess with Golden Hair](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/14589.jpg?v=1630961264) Sif - Deusa Nórdica de Cabelos Dourados Unknown Artist (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/14589/sif--norse-goddess-with-golden-hair/ "Sif- Norse Goddess with Golden Hair")No verso *Lokasenna*, Loki também menciona a infidelidade de Sif. O *Lokasenna* se passa em um grande banquete dos deuses, do qual Loki foi expulso por matar um [servo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17609/servo/). No entanto, ele retorna citando um juramento que Odin uma vez fez de que nunca beberia a menos que Loki estivesse presente e, assim, Odin abre espaço à na mesa para ele que, imediatamente, começa a insultar todos os deuses presentes. Após irritar vários deles, Sif se aproxima e lhe oferece um chifre de hidromel. Ela diz:

> Saudações a ti, agora, Loki 
> ; Aceita esta taça que te ofereço 
> De nosso bom e velho hidromel. 
> Faze isso, em vez de buscar falhas 
> Somente em mim, entre todos 
> Os deuses e deusas.
> (Verso 53, citado em Crawford, 111)

Entende-se que o discurso dela significa que ela, "sozinha entre todos os deuses e deusas", é inocente de qualquer transgressão e, portanto, não há necessidade de Loki insultá-la, já que nenhuma falha pode lhe ser atribuída. Loki, no entanto, responde:

> Seria única, Sif, 
> Se realmente fosse 
> Desconfiada e pouco acolhedora com outros homens. 
> Mas só eu sei 
> Como foi infiel 
> Ao seu marido, Thor – 
> E foi comigo com quem dormiu.
> (Verso 54, citado em Crawford, 111)

Como Loki insulta todas as deusas no banquete da mesma forma, acusando-as de infidelidade e promiscuidade, não há como saber se ele está falando a verdade sobre Sif. É possível, no entanto, que ele esteja e que ela lhe traga o hidromel na esperança de que ele não revele o caso deles. Thor não está presente quando Sif e Loki têm sua conversa, e Loki não menciona o caso nenhuma vez quando Thor chega.

Após o banquete, Loki tenta se esconder da ira dos deuses – agitada não apenas pelas ofensas, mas por seu papel na morte do amado deus Baldr – mas é finalmente pego e acorrentado em uma caverna abaixo da terra com uma serpente acima dele pingando veneno em sua cabeça. Embora Loki frequentemente minta como parte de seus planos, ele também é conhecido por falar a verdade, então é possível que ele e Sif tenham tido um caso. Isso não seria incomum, já que deusas da fertilidade são frequentemente retratadas tendo relações sexuais com homens que não sejam seus parceiros escolhidos.

### **Sif como Deusa da Fertilidade**

É possível que Sif receba um tratamento tão breve nas histórias porque ela já foi uma deusa da fertilidade bem conhecida – posteriormente substituída por Freyja, Frigg e outras – que não precisaria de mais detalhes para o público entender quem ela era e o que representava. A [mitologia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-427/mitologia/) nórdica foi transmitida oralmente por séculos até que a Escandinávia e, em seguida, a Islândia foram cristianizadas entre 1000-1100 e a alfabetização foi introduzida. Como observou o estudioso John Lindow, todos os mitos nórdicos atualmente existentes foram escritos por cristãos que os preservaram para refutar o sistema de crenças ou por razões nunca reveladas.

Sif, então, pode ter sido uma deusa pré-cristã popular cujas histórias foram ignoradas pelos escribas cristãos ou que, em seu tempo, já havia sido substituída por Freyja e Frigg – duas deusas da fertilidade também acusadas de infidelidade e promiscuidade. A deusa da fertilidade sempre simbolizou algum aspecto da terra e sua abundância – no caso de Sif, o solo – e ter mais de um parceiro é considerado uma representação da receptividade da terra à fertilização.

Sugestões de que havia um culto estabelecido dedicado a Sif, no entanto, foram contestadas, pois essas alegações carecem de qualquer apoio das fontes primárias. Sif nunca é definida realmente como uma deusa da fertilidade. Pode ser que Sif receba um tratamento tão breve porque ela foi criada apenas como um artifício de enredo e nunca serviu a nenhum outro propósito. O estudioso Rudolf Simek, entre outros, afirma que o conto do corte de cabelo de Sif foi inventado por Sturluson (que adicionou seus próprios toques a vários mitos) e que seu cabelo não representa trigo ou qualquer outra colheita cultivada:

> O cabelo dourado de Sif tem sido visto principalmente como uma imagem mítica para as ondas suaves de um \[campo de trigo\] que é cortado todo ano e ainda assim cresce novamente no ano seguinte; mas até mesmo \[o grande mitógrafo Jacob Grimm\] era cético em relação a essa interpretação; o fato de um tipo particular de musgo ser chamado *haddr Sifjar* 'cabelo de Sif' em nórdico antigo também contradiz claramente essa hipótese. Portanto, parece que o culto à vegetação, que vários estudiosos quiseram atribuir a Sif, derivando da conexão com seus cabelos dourados, é o mero produto de uma interpretação excessivamente zelosa da anedota de Sturluson. Este, por sua vez, adicionou o motivo de conto de fadas dos cabelos dourados à criação dos vários atributos dos deuses; caso contrário, não há razão para pressupor a existência de um culto a Sif. (283)

A afirmação de Simek pode estar correta, mas realmente não há como saber se Sif existia nas crenças nórdicas pré-cristãs, já que, como observado, elas não foram registradas por escrito. A poesia escáldica mais antiga que aborda eventos e temas mitológicos só vem da era cristã, época em que Freyja e Frigg já eram deusas proeminentes da fertilidade e Sif pode ter sido substituída muito antes.

[ ![Loki Gives Sif the Gold-Spun Hair](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/14585.jpg?v=1630829323) Loki dá a Sif o Cabelo Fiado em Ouro. Unknown Artist (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/14585/loki-gives-sif-the-gold-spun-hair/ "Loki Gives Sif the Gold-Spun Hair")### **Conclusão**

Quem quer que ela tenha sido em uma era anterior, os contos existentes a retratam apenas como a esposa de Thor e seu nome apoia a afirmação de que esta é a função para a qual ela foi criada. O musgo conhecido como cabelo de Sif, ao qual Simek se refere, teria sido nomeado em homenagem à esposa de Thor porque se parecia com a descrição de seu cabelo; o cabelo, então, não teria representado trigo de forma alguma, mas foi simplesmente pretendido a ser um elogio à feminilidade de Sif, que era frequentemente simbolizada por cabelos longos e luxuriantes.

Atualmente, Sif é mais conhecida pelos filmes do Universo Cinematográfico Marvel, *Thor* (2011) e *Thor: O Mundo Sombrio* (2013), bem como pelas séries de TV *Agentes da S.H.I.E.L.D.* e *Loki* (interpretada pela atriz Jaimie Alexander), onde é imaginada como uma deusa guerreira que, nos filmes, luta ao lado de Thor, mas não é sua esposa. A Sif mitológica não se assemelha à personagem dos filmes da Marvel, pois ela nunca é referenciada como uma deusa guerreira de forma alguma.

Nas duas vezes em que ela aparece em histórias, ela é mostrada como vítima de uma travessura que seu marido precisa vingar, resultando em alguns dos atributos mais conhecidos dos deuses nórdicos, ou como convidada em um banquete. Quaisquer representações posteriores são uma reimaginação da deusa sem base na mitologia de onde ela vem. Mesmo assim, a visão mais recente de Sif corresponde com o espírito das deusas nórdicas como entidades independentes, tão capazes quanto qualquer deus de lutar pelo que acreditam e, a esse respeito, a Sif da Marvel sem dúvida seria aprovada por sua inspiração medieval.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Carlson, R. *Norse Mythology.* Hourly History Limited, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/B09DN362Q5/)
- [Crawford, J. *The Poetic Edda.* Hackett Publishing Company, Inc., 2015.](https://www.worldhistory.org/books/1624663575/)
- [Ellis Davidson, H. R. *Myths and Symbols in Pagan Europe.* Syracuse University Press, 1988.](https://www.worldhistory.org/books/0815624417/)
- [Lindow, J. *Norse Mythology: A Guide to the Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs.* Oxford University Press, 2002.](https://www.worldhistory.org/books/0195153820/)
- [Simek, R. *A Dictionary of Northern Mythology.* BOYE6, 2008.](https://www.worldhistory.org/books/0859915131/)
- [Sturluson, S. *The Prose Edda.* Benediction Classics, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/1781395179/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Histórico

- **c. 1220 CE**: The tale of [Sif](https://www.worldhistory.org/Sif/)'s unwanted haircut is told in the Prose [Edda](https://www.worldhistory.org/Edda/) of Snorri Sturluson in the 13th century; possibly created by Sturluson himself.

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### APA
Mark, J. J. (2026, May 12). Sif. (V. Cavalcanti, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20033/sif/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Sif." Traduzido por Vitor Cavalcanti. *World History Encyclopedia*, May 12, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20033/sif/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Sif." Traduzido por Vitor Cavalcanti. *World History Encyclopedia*, 12 May 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20033/sif/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Vitor Cavalcanti](https://www.worldhistory.org/user/vitorcavalcanti/ "User Page: Vitor Cavalcanti"), publicado em 12 May 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

