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title: Baba Yaga
author: Joshua J. Mark
translator: Mateus José Aleixo Miranda 
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20021/baba-yaga/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2024-03-19
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# Baba Yaga

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Mateus José Aleixo Miranda ](https://www.worldhistory.org/user/mateusmirandaro)_

Baba Yaga é uma bruxa ou ogra do folclore eslavo que vive numa cabana mágica na floresta e ajuda, aprisiona ou come pessoas (normalmente crianças). É uma das figuras mais famosas do folclore eslavo como guardiã das fontes da águas da vida e a personificação do poder e da independência femininos.

O seu nome é muitas vezes traduzido como "Avó Bruxa", embora esse termo seja contestado e não haja um consenso sobre o significado de *Yaga*. Foi mencionada pela primeira vez num livro de gramática russa em 1755, mas se pensa que já existia na tradição oral dos contos populares eslavos muito antes. Geralmente ela é a vilã de qualquer peça em que se apresente; porém, muito além do que uma mera bruxa maléfica, ela personifica uma figura auxiliadora e trapaceira que encoraja o autodesenvolvimento.

Baba Yaga é provavelmente mais conhecida na história de *Vasilissa, a Bela*, em que inadvertidamente liberta a heroína da tirania da madrasta e das meias-irmãs. Além desse conto, também aparece noutros famosos, como *A Princesa-Sapo* e *Baba Yaga and the Kind-Hearted Girl*, desempenhando papéis semelhantes. Algumas de suas narrativas seguem o paradigma da história da Cinderela, em que a ogra protagoniza a função da Fada Madrinha com características obviamente mórbidas.

Como vive fora das normas da sociedade e segue sempre as suas próprias regras, passou a encarnar o conceito de poder e emancipação femininos na era moderna. Livros, filmes e programas de televisão aludem-lhe nesse papel e, embora mantenha o seu carácter ameaçador, é cada vez mais vista como uma fonte de sabedoria e vigor do que somente a representação do mal.

### Representação, possível origem e nome

Baba Yaga é representada como uma mulher velha, enorme e feia, que vive numa cabana construída sobre quatro grandes pernas de galinha que podem se mover quando ordenadas. Baba é muitas vezes vista coberta pelo seu fogão ou reclinada na cabana com o seu grande nariz recostando no teto. Quando sai de casa, monta num almofariz movido por um pilão com uma mão; com a outra, segura uma vassoura que usa para limpar qualquer vestígio dos seus rastros.

Ela normalmente sai da sua cabana de manhã e regressa ao fim da tarde, comandando uma revoada de gansos negros que percorrem os céus à procura de crianças. Na história *The Black Geese of Baba Yaga*, duas crianças desobedientes, Olga e Sergei, saem de casa às escondidas enquanto a mãe está no mercado - mesmo depois dela ter avisado para não saírem enquanto os gansos voassem -, e Sergei é raptado e levado para a cabana de Baba Yaga para ser devorado. Olga consegue salvar o irmão manipulando objetos mágicos e ambos aprendem a lição de dar ouvidos à mãe.

Nessa história, tal qual em muitas outras, Baba Yaga é uma poderosa feiticeira com apetite voraz por crianças, todavia, de acordo com o acadêmico Andreas Johns no seu vasto livro sobre o assunto, ela teria sido primordialmente uma deusa eslava e Mãe Terra. Johns cita o academicista Mikhail Chulkov, o qual nota semelhanças significativas entre Baba Yaga e uma antiga deusa da morte conhecida como Iagaia baba:

> Os eslavos veneravam a deusa do submundo por esse nome, representando-a como uma figura assustadora sentada num almofariz de ferro, com um pilão de ferro nas mãos; faziam-lhe sacrifícios de sangue, pensando que ela os dava de comer às duas netas que lhe eram atribuídas, e que ela mesma se deleitava com o derramamento de sangue. (16)

A menção de Chulkov às netas de Iagaia baba reflete outra semelhança entre a deusa e a bruxa, tendo em vista que Baba Yaga às vezes é retratada junta de duas filhas ou duas irmãs. De fato, alguns estudiosos referem-se à figura no plural: Baba Yagas, todas sendo essencialmente uma única entidade.

Outros estudiosos acreditam que ela era inicialmente a encarnação da natureza - podendo ser tanto cruel como bondosa - ou uma tempestade, ao passo que outros ainda alegam que ela simboliza um arado que quebra (fere) a terra para permitir o plantio, a fertilização e o crescimento das colheitas. Johns cita o acadêmico Matthew Guthrie, que parece rejeitar a interpretação do arado em favor da teoria da Deusa da Morte, afirmando que Baba Yaga é a versão eslava da deusa grega [Perséfone](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-779/persefone/).

[ ![Baba Yaga's Hut](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/14530.png?v=1715042044) Cabana de Baba Yaga Ivan Bilibin (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/14530/baba-yagas-hut/ "Baba Yaga's Hut")Na lenda, ela tem origem demoníaca, segundo o acadêmico Vasilii Levshin, citado por Johns:

> Desejando criar a mais perfeita essência do mal, o diabo cozinhou doze mulheres desagradáveis num caldeirão. Para extrair a essência, juntou o vapor na boca e depois cuspiu dentro do caldeirão sem pensar. Dessa mistura nasceu Baba Yaga, o mal perfeito. (13)

Ela é habitualmente representada dessa forma independentemente do bem que possa resultar das suas ações, uma vez que se tornou conhecida como a personificação do mal. Não há uma única interpretação da sua origem que seja universalmente aceita, e o mesmo se aplica ao seu nome. Johns cita que:

> Em russo antigo, a palavra baba podia referir-se a uma parteira, feiticeira ou cartomante, e a palavra russa moderna padrão para "avó" (babushka) é derivada dela. Baba em russo moderno é também um termo pejorativo para mulher... A origem e o significado de Iaga é muito mais obscuro e inspirou várias interpretações diferentes entre os linguistas. (10)

Entre as muitas possibilidades sugeridas estão doença; enfermidade; horror; calafrio; ninfa do bosque; bruxa; mulher; malévola; raiva; fúria; ira; tortura; dor e preocupação; serpente; madrasta; tia e mãe. Johns cita Brian Cooper, o qual afirma que "o nome sugere um modelo de opressão sufocante" e conclui que "apesar das suas origens obscuras, Baba Yaga é bem conhecida em toda a Rússia. Tal como a palavra "bruxa", *iaga* era usada pelos aldeões como uma designação pouco lisonjeira para "mulheres velhas, briguentas e feias" (11). O nome pode, portanto, ser entendido como "vó bruxa", mesmo que não seja uma tradução direta.

Embora rapte e coma crianças e pareça ir à caça delas ao longo do dia para a sua refeição noturna, Baba Yaga também serve como catalisadora de mudanças. Há uma série de contos em que ela atua como agente de transformação, ajudando a heroína ou herói a atingir a superação e a completar uma missão. Nesses contos, e mesmo em outros em que seja retratada como vilã, Baba Yaga simboliza a figura mitológica do "trickster", ou trapaceira.

### O Arquétipo do Trapaceiro

A figura de uma divindade enganadora/ardilosa aparece nas mais diversas mitologias do mundo inteiro. Convém lembrar, pois, que as mitologias eram outrora crenças religiosas tão válidas como quaisquer outras existentes nos dias de hoje. O malandro era reconhecido como um [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) ou uma emanação de uma divindade suprema que interferia na vida de outros deuses, dos seres humanos e do mundo natural; ele assim alterava o equilíbrio para que as coisas fossem realinhadas e modificadas (às vezes por algum motivo específico ou sem ter razão alguma). Por mais desagradável que fosse a experiência com o "trickster", a vítima de seus ardis era forçada a sair da sua zona de conforto para transcender a um novo estado de consciência de si própria e do mundo.

Uma das figuras mais conhecidas desse arquétipo é Loki, da [mitologia nórdica](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12388/mitologia-nordica/), que antagoniza repetidamente os deuses de Asgard, assim como é responsável pela origem de vários dos artefatos mágicos mais renomados, incluindo o martelo de [Thor](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11922/thor/) e a lança de Odin. Não obstante, o perfil do engana-trouxa aparece em muitos outros sistemas de crenças, incluindo o Coiote nas religiões indígenas norte-americanas; Exu dos iorubás da África Ocidental, e o Olho de Rá na antiga religião egípcia.

[ ![Baba Yaga](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/14525.jpg?v=1751774344) Baba Yaga Ivan Bilibin (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/14525/baba-yaga/ "Baba Yaga")O notável psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) observou as conexões dessas crenças e sugere que os deuses da trapaça manifestam este arquétipo psicológico: a Sombra, o aspecto mais obscuro e reprimido da personalidade humana frequentemente rejeitado ou suprimido. A Sombra aparece em sonhos, visões, contos religiosos e lendas, representando o que a pessoa teme ou, pelo menos, acha repulsiva em si mesma. Jung comenta:

> O trickster surge nos mitos mundiais como um ser de origem cósmica e essência divino-animal; ao mesmo tempo superior ao homem, pelas qualidades sobre-humanas, e inferior por sua loucura inconsciente. Por isso, é abandonado pelos seus companheiros (evidentemente humanos), o que parece indicar que desceu abaixo do seu nível de consciência. (263)

Baba Yaga enquadra-se perfeitamente nessa definição, na medida em que projeta qualidades sub-humanas e sobre-humanas ao rejeitar a consciência das normas sociais e ao ser capaz de agir livremente (inconscientemente) fora delas. Ela é simultaneamente bestial na sua caça à presa e divina nas suas capacidades sobrenaturais de voo, metamorfoses e feitiços mágicos.

### Vasilissa, a Bela

A definição de Baba Yaga como ardilosa é mais clara no mais famoso dos seus contos: *Vasilissa, a Bela*. Vasilissa vive feliz com a mãe e con pai até os oito anos de idade até que sua mãe adoece e a chama ao leito de morte, dando-lhe uma boneca mágica. Ela tem de manter a boneca sempre consigo, em segredo de toda as pessoas, e oferecer-lhe comida e bebida sempre que enfrentar algum desafio para assim poder receber ajuda. Após a morte da mãe, o pai se casa com uma mulher cujas duas filhas têm inveja da beleza de Vasilissa. Ela é abusada, sendo submetida a tarefas árduas; seu pai nada pode fazer, pois está em viagem de negócios. Dessa forma, Vasilissa só consegue realizar tais afazeres com a ajuda de sua boneca.

Quando Vasilissa e as suas meias-irmãs atingem a idade para casar, a madrasta recusa todos os pretendentes de Vasilissa, dizendo-lhes que ela não se casaria enquanto as suas irmãs mais velhas não contraíssem matrimônio. Na esperança de se livrar de Vasilissa, a madrasta envia-a constantemente à floresta para ainda mais obrigações:

> No fundo dessa floresta havia uma relva verde onde se erguia uma cabana miserável com pernas de galinha. Nessa casa vivia Baba Yaga, uma velha vovó bruxa. Ninguém se atrevia a aproximar-se da cabana, porque a Baba Yaga comia pessoas. A madrasta de Vasilissa mandava a jovem para a floresta na esperança de que fosse encontrada e devorada pela ogra. Enretanto, a bonequinha mostrava-lhe onde cresciam os arbustos, as flores e os frutos silvestres, e não a deixava se aproximar da cabana com pernas de galinha. Cada vez que Vasilissa regressava sã e salva, a madrasta odiava-a cada vez mais. (Wiginton, 26)

Finalmente, Vasilissa foi despachada diretamente para a cabana de Baba Yaga para pedir por lenha e fogo. Ela vê passar três cavaleiros - um branco, um vermelho e outro preto - que trazem o crepúsculo, o nascer do sol e a noite, respectivamente, e depois chega à cabana de Baba Yaga pouco antes do escurecer:

> Em volta da cabana havia uma parede de ossos humanos encimada por crânios. O portão no muro tinha dobradiças feitas de ossos de pés humanos e fechaduras de ossos de mandíbula com dentes afiados. Vasilissa gelou de horror ao ver aquilo... De repente, o bosque encheu-se de um barulho terrível - árvores gemiam, os ramos rangiam e as folhas farfalhavam. Baba Yaga veio voando da floresta. Ela vinha num grande almofariz de ferro e empurrava-o com o pilão. Ao chegar, varreu o rasto atrás de si com uma vassoura de cozinha. (Wiginton, 28-29)

Baba Yaga exige saber por que a garota estaria ali e concorda em dar-lhe fogo em troca de trabalho. A Vasilissa são atribuídas tarefas impossíveis que ela consegue realizar com a ajuda da boneca. Vasilissa permanece na casa mágica durante algum tempo como criada e fica curiosa sobre uma série de coisas, mas é alertada por Baba Yaga que "nem todas as perguntas conduzem ao bem", embora a deixe perguntar o que quiser. Vasilissa compreende a ameaça implícita e só faz perguntas sobre os cavaleiros - o que parece enfurecer Baba Yaga -, que esta por sua vez procura saber por qual razão a jovem não fazia outros questionamentos. Vasilissa responde que só estava seguindo o aviso de Baba Yaga e a enfurece ainda mais à medida que cumpre todas os serviços. Ela responde cuidadosamente que as bênçãos da sua falecida mãe tornaram-na competente, e Baba Yaga, desmerecendo todas essas bençãos, manda-a embora.

Baba Yaga envia Vassilissa para casa com uma caveira que contém o fogo que outrora fora ordenada buscar. Uma vez lá, queima a madrasta e as meias-irmãs até virarem cinzas. Posteriormente, ela e a sua boneca saem de casa, torna-se costureira e, com a ajuda da boneca, impressiona tanto o rei que este se apaixona e se casam, vivendo felizes para sempre.

Nesse conto, assim como em *A Princesa-Sapo* e *Maria Morevna*, Baba Yaga atua como catalisadora de transformações. A boneca executa todas as tarefas impossíveis dadas a Vasilissa, porém é Baba Yaga quem as atribui, quem adverte para não fazer demasiadas perguntas (e assim evitar que a garota divague em conjunturas hostis) e quem lhe fornece a caveira que a liberta da cruel tirania da madrasta.

### Conclusão

Em *A Princesa-Sapo*, Baba Yaga e as suas irmãs desempenham o papel fundamental de ajudar o príncipe Ivan a reencontrar a princesa foragida depois de ele ter traído a sua confiança e, em *Maria Morevna*, é Baba Yaga que, sem querer, fornece ao príncipe Alexei o cavalo que lhe permite libertar o seu verdadeiro amor, Maria, do cativeiro. Assim, nunca é retratada como gentil, amorosa ou acolhedora - exceto quando seduz as suas vítimas para o jantar -, mas provoca sempre mudanças na vida do protagonista e também fornece os elementos necessários para a sua transformação e libertação.

Na história de *Baba Yaga and the Kind-Hearted Girl*, uma moça e o seu pai viúvo desfrutam dos seus dias juntos até que ele se casa, pois a madrasta acaba com os momentos afáveis entre pai e filha e abusa da criança sem que o esposo saiba. Tal como no conto de Vasilissa, a madrasta envia a menina para a floresta na esperança de que seja morta por Baba Yaga, mas a demonstração de bondade e pureza para com vários seres da floresta a ajudam a não chegar à cabana de Baba Yaga. Quando volta para casa e é obrigada pelo pai a se explicar, a madrasta é expulsa da família. Assim, ambos finalmente retomam suas vidas pacíficas.

[ ![Baba Yaga by Vasnetsov](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/14526.jpg?v=1706544903) Baba Yaga por Vasnetsov Viktor Mikhailovich Vasnetsov (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/14526/baba-yaga-by-vasnetsov/ "Baba Yaga by Vasnetsov")Esse conto, tal qual os outros mencionados, apresenta Baba Yaga como impulsionadora das mudanças. Embora tradicionalmente representada como uma figura associada às trevas, ao mal, ao canibalismo e à morte, Baba Yaga é essencialmente um agente transformador. A sua rejeição das normas sociais liberta-a para agir inconscientemente de acordo com os seus desígnios e, ao fazê-lo, muda a vida daqueles que entram na sua esfera de influência. Se aceitarmos a sugestão de Jung de que o *trickster* é uma encarnação da nossa Sombra, Baba Yaga encarna as qualidades que rejeitamos em nós mesmos - incluindo o egoísmo, a violência, o rancor, a cobiça - que podem ser neutralizadas (uma vez reconhecidas) pelos melhores aspectos da nossa natureza, como a bondade, a empatia, a gratidão e a boa-fé: todos esses tradicionalmente emanados da personagem principal do conto.

Não obstante, a rejeição do politicamente correto permite que os outros façam o mesmo, e dessa maneira se abram à possibilidade de superação e amadurecimento. Nos dias de hoje, esse fator da sua personalidade tem sido muito mais enfatizado do que antigamente. Na popular série da Netflix *The OA*, Baba Yaga é claramente evidenciada na personagem Khatun, que simboliza renovação e autoconhecimento. Ademais, também é aludida, incorretamente, na longa-metragem de 2014 *John Wick*, protagonizada por Keanu Reeves. Em ambos, a força e o poder são enfatizados em detrimento da imagem clássica de predadora burlesca. O popular livro de 2017 *Ask Baba Yaga: Otherworldly Advice for Everyday Troubles*, de Taisia Kitaiskala, deu ensejo a essa compreensão da bruxa eslava como uma fonte de inspiração para valorizar a saída da zona de conforto e reconhecer a própria Sombra... tudo em prol de experimentar qualquer *insight* de autodesenvolvimento.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Jaroslavs, J. L. *Slavic Soul: Myths and Legends.* Independently Published, 2020.](https://www.worldhistory.org/books/B08D4Y1S8M/)
- [Johns, A. *Baba Yaga: The Ambiguous Mother and Witch of the Russian Folktale.* Peter Lang Inc., International Academic Publishers, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/0820467693/)
- [Jung, C.G. *The Archetypes and the Collective Unconscious .* Routledge, 2011.](https://www.worldhistory.org/books/0415058449/)
- [Levack, B. P. *The Oxford Handbook of Witchcraft in Early Modern Europe and Colonial America .* Oxford University Press, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/0198723636/)
- [Rose, C. *Giants, Monsters, and Dragons: An Encyclopedia of Folklore, Legend, and Myth.* ABC-CLIO, 2000.](https://www.worldhistory.org/books/0874369886/)
- [Wiginton, J. *Baba Yaga Tales.* Independently published, 2017.](https://www.worldhistory.org/books/B09GZMK5G7/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Cronologia

- **1755 CE**: [Baba Yaga](https://www.worldhistory.org/Baba_Yaga/) first appears in print though thought to be a much older legendary figure.

## Perguntas & Respostas

### Quem é Baba Yaga?
Baba Yaga é uma bruxa (ou ogra) do folclore eslavo mais conhecida por raptar e comer crianças. Vive numa cabana mágica na floresta, por vezes com as suas irmãs, e às vezes ajuda pessoas que pareçam decentes.

### O que significa o nome de Baba Yaga?
O significado do nome de Baba Yaga continua a ser debatido, mas é normalmente traduzido como "avó bruxa".

### Baba Yaga é boa ou má?
Baba Yaga é retratada em várias histórias sendo tanto boa como má. Pode ajudar ou prejudicar as pessoas, e alguns estudiosos consideram-na a personificação de aspectos da natureza.

### Baba Yaga é um exemplo de Deus Trapaceiro?
Sim. Baba Yaga enquadra-se na definição junguiana da figura do Trickster da mitologia mundial que encoraja a autotransformação, embora normalmente não das formas mais agradáveis.


## Links externos

- [Baba Yaga: The greatest 'wicked witch' of all?, BBC ](https://www.bbc.com/culture/article/20221118-baba-yaga-the-greatest-wicked-witch-of-all)
- [Chicken Feet and Fiery Skulls: Tales of the Russian Witch Baba Yaga, Reactor Magazine](https://reactormag.com/tales-of-the-russian-witch-baba-yaga/)

## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2024, March 19). Baba Yaga. (M. J. A. Miranda, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20021/baba-yaga/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Baba Yaga." Traduzido por Mateus José Aleixo Miranda. *World History Encyclopedia*, March 19, 2024. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20021/baba-yaga/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Baba Yaga." Traduzido por Mateus José Aleixo Miranda. *World History Encyclopedia*, 19 Mar 2024, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20021/baba-yaga/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Mateus José Aleixo Miranda](https://www.worldhistory.org/user/mateusmirandaro/ "User Page: Mateus José Aleixo Miranda"), publicado em 19 March 2024. Consulte a(s) fonte(s) original(is) para obter informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

