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title: Martin Frobisher
author: Mark Cartwright
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18998/martin-frobisher/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-10-15
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# Martin Frobisher

_Escrito por [Mark Cartwright](https://www.worldhistory.org/user/markzcartwright/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Sir Martin Frobisher (cerca de 1535-1594) foi um aventureiro e explorador da época isabelina que embarcou em três expedições na década de 1570 com o objetivo de cartografar as águas do Ártico norte-americano e encontrar a Passagem do Noroeste para a Ásia. Sem sucesso nestas tentativas e levando à falência muitos dos seus investidores, que esperavam encontrar jazidas de ouro, a carreira posterior de Frobisher centrou-se mais na vertente militar, tendo participado na guerra contra a Espanha e na batalha para repelir a [Armada Espanhola](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18966/armada-espanhola/) de 1588. Frobisher faleceu em novembro de 1594, após ter sido mortalmente ferido durante um ataque a uma fortaleza controlada pelos espanhóis no norte de França.

### A Infância

Martin Frobisher nasceu em Yorkshire em 1539, filho de um membro da pequena nobreza local com ascendência galesa. Ainda jovem, Martin foi enviado para viver com o seu tio em Londres, Sir John York, que — facto significativo para a carreira posterior de Frobisher — era um comerciante que negociava com mercadorias exóticas. A partir de 1553, Martin juntou-se às expedições do seu tio e de outros para adquirir mercadorias e dedicar-se a atividades menos honrosas, como a pirataria de corso. Uma viagem notável foi à Guiné, e outras viagens incluíram a Costa da Barbária, no Norte de África, e a extremidade do Mediterrâneo no [Médio Oriente](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16/medio-oriente/). Na década de 1560, o jovem aventureiro foi preso numa fortaleza portuguesa na costa da África Ocidental, serviu na Irlanda como agente da Coroa e escapou por pouco à prisão por dívidas ao regressar a casa. Esta carreira inicial, até então pouco notável, deu então uma reviravolta quando o ministro-chefe de Isabel, William Cecil, Lord Burghley, se interessou pelo aventureiro e o recrutou para missões de exploração a serviço da Coroa.

### A Primeira Expedição à Passagem do Noroeste

Em 1576, Frobisher embarcou no seu projeto mais ambicioso até então: encontrar a lendária Passagem do Noroeste que, pelo menos no verão, poderia conduzir através das águas geladas da América do Norte até à Ásia, com o seu lucrativo comércio de seda e especiarias. Tal passagem evitaria a alternativa demorada e dispendiosa de contornar o Cabo da Boa Esperança, na África Austral, ou a rota mais perigosa à volta da ponta da América do Sul. Para todos os efeitos, não existia qualquer Passagem do Noroeste, uma vez que as águas geladas do Ártico impediam qualquer navio de seguir por essa rota, mas isso não impediu que uma longa lista de exploradores tentasse a sua sorte e se tornasse a menina dos olhos de todos os comerciantes europeus. Frobisher convenceu vários comerciantes londrinos a financiar a sua expedição. Contava também com o apoio de figuras ilustres como Cecil, mencionado acima, e o cortesão Sir Humphrey Gilbert (cerca de 1539-1583), o astrólogo, matemático e geógrafo John Dee (1527-1608) e Ambrose Dudley, o Conde de Warwick (cerca de 1528-1590).

\[imagem:12370\]

Frobisher recebeu duas barcas de 30 toneladas, o *Gabriel* e o *Michael*, e uma pinaça de 7 toneladas para trabalhos junto à costa; as tripulações, no total, somavam 32 homens. A pequena frota partiu de Dartford a 7 de junho de 1576. Ao atravessar o Atlântico Norte, Frobisher navegou ao longo da costa da Gronelândia e acabou por explorar o que hoje conhecemos como Ilha de Baffin, no norte do Canadá, onde entrou em contacto com os inuítes (outrora chamados de esquimós ou esquimaux) e com fauna exótica, como as narvais (*Monodon monoceros*), que foram confundidas com unicórnios. Esta terra estranha era inóspita, repleta apenas de ilhas intermináveis, gelo e bancos de nevoeiro gelado.

A pinaça já se tinha perdido numa tempestade antes de chegarem à Ilha de Baffin, e a barca *Michael* regressou a Inglaterra pensando que Frobisher e a barca *Gabriel* se tinham afundado. Não foi esse o caso, e Frobisher prosseguiu para norte. Pensando, erradamente e de forma bastante otimista, que tinha chegado à costa da Ásia, Frobisher batizou a enseada que conduzia, esperava ele, para oeste, de Estreito de Frobisher. O explorador regressou então a Inglaterra em outubro, mas a rainha não sabia bem como chamar a um deserto branco tão estranho, pelo que lhe foi dado o nome de *Meta* *Incognita* ou «Fronteira Desconhecida».

Segue-se um excerto do diário de um oficial da primeira expedição de Frobisher, que descreve o encontro com os inuítes:

> Neste local, ele \[o Capitão Frobisher\] viu e percebeu diversos sinais da presença de pessoas que ali se reuniam. E, estando em terra, no topo de uma colina, avistou uma série de pequenas formas a passar rapidamente no mar, ao longe, que supôs serem botos ou focas, ou algum tipo de peixe estranho; mas, ao aproximar-se, descobriu que eram homens em pequenos barcos de couro… Posteriormente, teve várias conversas com eles, e estes subiram a bordo do seu navio, trazendo-lhe salmão, carne crua e peixe…Trocaram peles de foca e de urso, e coisas semelhantes, com os nossos homens; e receberam sinos, espelhos e outros brinquedos em troca. Após grande cortesia e muitos encontros, os nossos marinheiros, contrariando as instruções do seu capitão, começaram a confiar mais facilmente neles; e cinco dos nossos homens que foram a terra foram interceptados por eles com o seu barco, e nunca mais se soube nada deles até aos dias de hoje.
> (Courtauld, pág. 57)

[ ![Martin Frobisher by Ketel](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/12369.jpg?v=1592289767) Martin Frobisher por Ketel Cornelis Ketel (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/12369/martin-frobisher-by-ketel/ "Martin Frobisher by Ketel")### A Segunda Expedição

Tendo regressado a Inglaterra a 2 de outubro de 1576 e trazido consigo o que alguns especialistas consideravam serem amostras de minério aurífero, o explorador conseguiu facilmente convencer um consórcio de investidores a financiar uma segunda expedição para investigar a região do Ártico de forma mais aprofundada. A Companhia de Cathay foi devidamente constituída, tendo até a própria Isabel contribuído com 1 000 libras e oferecido a Frobisher um novo navio, um [galeão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-19938/galeao/) de 200 toneladas chamado *Aid*. As barcas *Michael* e *Gabriel* foram também preparados para o regresso ao Atlântico Norte. Desta vez, a expedição incluiria vários mineiros para verificar se a *Meta Incognita* era, de facto, uma terra rica em minerais. O explorador partiu novamente na última semana de maio de 1577, desta vez determinado a encontrar ouro, a Passagem do Noroeste ou ambos.

Segue-se outro excerto do diário de um oficial, que aqui descreve o mau tempo com que a segunda expedição se deparou:

> Aqui, em vez dos aromas perfumados e fragrantes das gomas doces e das notas agradáveis dos pássaros cantores, que outros países em zonas mais temperadas proporcionam, provámos as mais violentas rajadas boreais misturadas com neve e granizo, nos meses de junho e julho, nada inferiores ao nosso inverno rigoroso…Ao longo de toda esta costa, o gelo estende-se como um baluarte contínuo e defende o país de tal forma que aqueles que ali pretendessem desembarcar incorreriam em grande perigo.
> (*Idem*, págs. 58-9)

Ao chegarem pela segunda vez à Ilha de Baffin, os mineiros puseram mãos à obra e carregaram as embarcações com 160 toneladas do que esperavam ser minério precioso. Mais uma vez, encontraram vários inuítes, que desta vez foram retratados pelo artista e cartógrafo da expedição, John White († 1593). Alguns inuítes foram retidos à força nas embarcações e houve um confronto quando os inuítes atacaram vários marinheiros com os seus arcos e flechas. Cinco inuítes foram mortos a [tiro](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-503/tiro/) e o próprio Frobisher foi atingido por uma flecha nas nádegas. Os exploradores regressaram à Inglaterra em setembro de 1577.

[ ![Inuit Skirmish by John White](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/12371.png?v=1599212702) Escaramuça com os Inuit por John White John White (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/12371/inuit-skirmish-by-john-white/ "Inuit Skirmish by John White")### A Terceira Expedição

Depois de mais especialistas em minerais terem-se convencido de que o minério que Frobisher trouxera de volta continha, de facto, ouro (embora muitos outros especialistas pensassem o contrário), o explorador conseguiu o apoio financeiro para uma terceira expedição. Mais uma vez, a rainha Isabel contribuiu para o empreendimento, tal como o seu notoriamente mesquinho Lord Burghley. Este novo esforço foi muito maior do que as duas primeiras expedições e consistiu numa frota de 15 embarcações (galeão, barcas e navios mercantes). Igualmente, parte da equipa foi um grupo de mineiros de Plymouth. Partindo a 31 de maio de 1578, a expedição desembarcou no sul da Gronelândia — a que chamaram «Inglaterra Ocidental» —, mas teve pouco sucesso ao tentar avançar mais para norte devido a tempestades, temperaturas de verão invulgarmente frias e um mar tornado perigoso pelo gelo marinho e pelos icebergues. A barca mercante *Dennys*, de 100 toneladas, foi afundada por um icebergue e a tripulação da *Thomas* decidiu amotinar-se e regressar a casa. O mau tempo e as condições adversas fizeram com que a frota se separasse e muito tempo foi desperdiçado a tentar reagrupar-se.

Neste terceiro excerto do diário do oficial, são descritas as condições terríveis a bordo naquele terrível terceiro verão:

> Nesta tempestade, a 26 de julho, caiu tanta neve, acompanhada de um ar tão gélido, que mal conseguíamos ver-nos uns aos outros por causa disso, nem abrir os olhos para manusear as cordas e as velas, com a neve a atingir mais de meio pé de profundidade nas escotilhas do nosso navio… cada homem convencia-se de que o inverno ali teria de ser extremo, onde encontravam um verão tão fora de época.
> (*ibid*., págs. 67-8)

Frobisher prosseguiu e, acidentalmente, fez a descoberta mais importante das suas três expedições quando a sua frota foi levada pelo vento para o que hoje chamamos de Estreito de Hudson, a 7 de julho. Frobisher chamou-lhe o «Estreito Errado», mas percebeu que era um candidato muito mais provável para uma eventual Passagem do Noroeste do que o muito mais pequeno Estreito de Frobisher. O explorador navegou 320 quilómetros (200 milhas) pelo estreito acima, mas depois regressou, ciente de que os seus financiadores tinham sido inflexíveis quanto ao facto do verdadeiro objetivo desta terceira expedição ser encontrar minério aurífero. Frobisher também tinha recebido ordens para deixar para trás 100 homens para formar uma colónia provisória, mas como tinha perdido, juntamente com o *Dennys*, as cabanas pré-fabricadas destinadas a servir-lhes de alojamento, a ideia foi abandonada.

Ao regressar a Inglaterra com mais um carregamento de minério, acabou por se descobrir que todas as rochas que Frobisher tinha trazido para Inglaterra não continham nada de valor, tendo o seu teor de mica amarela sido confundido com ouro. Os investidores da Companhia de Cathay perderam cerca de 20 000 libras, e o sonho de Frobisher de uma quarta expedição parecia impossível. No entanto, em 1579, Frobisher foi nomeado capitão de outro navio com destino ao gélido norte, mas como o objetivo da expedição era exclusivamente o comércio e não a exploração, ele retirou-se do projeto.

A exploração de Frobisher tinha alcançado muito pouco, mas foi, pelo menos, um começo. Em 1578, Sir Francis Drake (cerca de 1543-1596) tentou encontrar a Passagem do Noroeste, mas só chegou até ao que é hoje Vancouver. John Davis (também conhecido como Davys, cerca de 1550-1605) explorou novamente a região, realizando três visitas entre 1585 e 1587, e obteve conhecimentos geográficos muito mais concretos, mas a passagem continuou a revelar-se difícil de encontrar. Posteriormente, foram feitas muitas outras tentativas por diversos exploradores, mas a navegação pela Passagem do Noroeste teria de esperar pelos primeiros anos do século XX e pelos esforços do explorador norueguês Roald Amundsen (1872-1928).

[ ![Fire Ships Attack the Spanish Armada](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/12313.jpg?v=1678351868) Artilharia Naval Ataca a Armada Espanhola Unknown Artist (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/12313/fire-ships-attack-the-spanish-armada/ "Fire Ships Attack the Spanish Armada")### A Guerra com a Espanha

Frobisher ainda não tinha terminado a sua andadura em alto mar e, após um período como corsário nas águas irlandesas, partiu como vice-almirante com Sir Francis Drake em 1585 numa expedição para saquear as Índias Ocidentais espanholas. Os ingleses conseguiram frustrar os planos de Filipe II de Espanha e I de Portugal (reinou 1556-1598), que tentava reforçar a Armada Espanhola para atacar a Inglaterra. A destruição de provisões e a captura de muitos canhões constituíram um golpe que fez com que a Armada de Filipe fosse numerosa, mas não tão vultosa como ele tinha inicialmente planeado. Frobisher combateu nas batalhas para repelir a Armada Espanhola no verão de 1588, comandando um esquadrão e o galeão de grande porte *Triumph*. Após a vitória, foi nomeado cavaleiro por uma rainha agradecida pelos seus esforços. Frobisher esteve envolvido em outros combates navais e em atividades de corsário nos Açores contra os navios de tesouro do Novo Mundo do mesmo inimigo, no início da década de 1590.

Em agosto de 1594, foi-lhe confiado o comando de uma pequena frota que incluía os galeões reais *Vanguard* e *Rainbow*, com ordens para atacar posições espanholas no norte de França, então aliada da Inglaterra. Frobisher atacou a fortaleza de Crozon, na Bretanha, controlada pelos espanhóis, sitiando-a durante o mês de setembro. A fortaleza ficou isolada dos abastecimentos por terra quando Frobisher colocou uma força de soldados e canhões na península. Ao mesmo tempo, os navios ingleses disparavam salvas laterais contra a fortaleza a partir do mar. As grossas muralhas da fortaleza resistiram aos tiros de canhão, e só quando um grupo escavou um túnel por baixo das muralhas é que Frobisher conseguiu atacar diretamente. Foi neste assalto que Frobisher foi mortalmente ferido, a 7 de novembro. Alvejado na anca, o explorador, marinheiro e corsário conseguiu regressar a Plymouth, mas, aos 59 anos, morreu de gangrena na ferida a 22 de novembro de 159. O historiador H. Bicheno resume assim a carreira pitoresca de Frobisher:

> Inigualável como líder de combate, foi impedido de alcançar a grandeza pela sua fraca educação e por uma disposição grosseiramente ladra que o levou a enganar a rainha — e os seus homens — na questão das rações, e a recorrer à pirataria mesquinha… os seus últimos anos foram amargurados por uma inveja corrosiva de Drake, que era tão abundantemente dotado daquele carisma que Frobisher, infelizmente, não possuía.
> (pág. 280)

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Bicheno, Hugh. *Elizabeth's Sea Dogs.* Conway, 2014.](https://www.worldhistory.org/books/1844861740/)
- [Brigden, Susan. *The Penguin History of Britain.* Penguin, 2001.](https://www.worldhistory.org/books/B002VNFNYC/)
- Courtauld, Augustine. *From the Ends of the Earth: An Anthology of Polar Writings.* Oxford University Press, 1958
- [Elton, G.R. *England Under the Tudors.* Routledge, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/1138602744/)
- [Ferriby, David. *The Tudors.* Hodder Education, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/1471837580/)
- [Guy, John. *Tudor England.* Oxford University Press, 1988.](https://www.worldhistory.org/books/0198730888/)
- [Wagner, John A. *Historical Dictionary of the Elizabethan World.* Greenwood, 1999.](https://www.worldhistory.org/books/1573562009/)
- [Williams, Neville. *The sea dogs.* Weidenfeld and Nicolson, 1975.](https://www.worldhistory.org/books/029777011X/)

## Sobre o Autor

Mark é Diretor Editorial da WHE e mestre em Filosofia Política pela Universidade de York. Pesquisador em tempo integral, é também escritor, historiador e editor. Seus principais interesses incluem arte, arquitetura e descobrir ideias partilhadas por todas as civilizações.

## Histórico

- **c. 1535 CE - 1594 CE**: Life of the Elizabethan mariner, explorer and privateer Sir [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/).
- **1576 CE**: The first expedition of [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) to find the Northwest Passage.
- **1577 CE**: The second expedition of [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) to find the Northwest Passage.
- **1578 CE**: The third expedition of [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) to find the Northwest Passage.
- **1585 CE**: [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) sails as vice-admiral with Sir [Francis Drake](https://www.worldhistory.org/Francis_Drake/) in an English expedition to raid the Spanish West Indies.
- **Aug 1588 CE**: [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) captains the [Triumph](https://www.worldhistory.org/Roman_Triumph/) and leads a squadron of the English navy that repels the [Spanish Armada](https://www.worldhistory.org/Spanish_Armada/).
- **Aug 1594 CE**: Sir [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) leads a small English fleet to attack Spanish positions in northern France.
- **22 Nov 1594 CE**: Sir [Martin Frobisher](https://www.worldhistory.org/Martin_Frobisher/) dies of wounds gained when attacking the Spanish-held fortress of Crozon.

## Cite Este Artigo

### APA
Cartwright, M. (2026, October 15). Martin Frobisher. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18998/martin-frobisher/>
### Chicago
Cartwright, Mark. "Martin Frobisher." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, October 15, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18998/martin-frobisher/>.
### MLA
Cartwright, Mark. "Martin Frobisher." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 15 Oct 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18998/martin-frobisher/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 15 October 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

