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title: Freyr
author: Emma Groeneveld
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16973/freyr/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-09-03
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# Freyr

_Escrito por [Emma Groeneveld](https://www.worldhistory.org/user/emmagroeneveld1/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Freyr (em nórdico antigo, «Senhor», por vezes anglicizado como Frey) é o principal [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) da fertilidade na [mitologia nórdica](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12388/mitologia-nordica/); a sua ligação às colheitas, ao sol e à chuva, à virilidade e aos casamentos, bem como o seu domínio sobre a riqueza, garantiram-lhe uma posição importante na sociedade escandinava da Era Viking (cerca de 790-1100), predominantemente agrícola. Isto torna-o o deus mais proeminente da família dos *Vanir* (sendo a outra família os *Æsir*). A ligação de Freyr à fertilidade não é apenas de natureza pessoal, mas está também intimamente ligada à terra e aos seus produtos, o que ajuda a explicar por que razão existem tantas evidências de um culto a Freyr. Filho de Njord e irmão gémeo de Freyja, Freyr ofusca estes dois deuses Vanir no que diz respeito a evidências de culto ativo; muitos topónimos levam o seu nome, e os sacrifícios e a devoção ressoam alto e claro tanto na literatura como nos registos arqueológicos, especialmente no que diz respeito à Suécia. Com o seu nome alternativo, Yngvi-Freyr, era até considerado o antepassado mítico da dinastia real sueca dos Ynglings.

No [panteão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11201/panteao/) nórdico, Freyr é casado com Gerðr, filha de um gigante, com quem tem um filho, Fjölnir, e é famoso por ser acompanhado por um javali (por vezes retratado como um javali dourado e chamado Gullinborsti), além de possuir o navio Skíðblaðnir, de grande utilidade. Um deus mais versátil do que parece à primeira vista, as capacidades de Freyr vão além do domínio da fertilidade e estendem-se ao campo de batalha; os mitos descrevem a sua proeza militar, e a sua morte ocorre numa batalha contra o gigante Surtr durante o Ragnarök, o destino final dos deuses em que o mundo conhecido é destruído.

### A Família

Freyr pertence aos Vanir, um grupo de deuses da fertilidade que, na verdade, constituem uma unidade familiar muito unida — mais do que a família Æsir, muito maior, cujos membros estão principalmente ligados à guerra e ao governo. Outros membros devidamente atestados são o seu pai, Njord, que governa o vento, o mar e a riqueza, e a sua irmã gémea, Freyja, que é especialista em assuntos de amor, luxúria e, seguindo a linha comum, também em riqueza. Skadi, a filha de um gigante e esposa de Njord, é geralmente considerada a mãe dos gémeos. De acordo com o poema «Grímnismál», que chegou até nós através da *[Edda](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15803/edda/) Poética* (*Poetic Edda*; em nórdico antigo *Ljóð Edda* / *Sæmundar Edda*), Freyr vive em Alfheimr, o mundo dos elfos, que lhe foi oferecido pelos Æsir como presente pelo aparecimento do seu primeiro dente.

Os Vanir eram provavelmente, na origem, não só muito unidos, mas também completamente entrelaçados, uma vez que se pensa que Freyja tenha começado por ser a esposa de Freyr numa união entre irmão e irmã. No entanto, a versão mais conhecida representada no corpus da [mitologia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-427/mitologia/) nórdica que chegou até nós apresenta Freyja casada com Ódr, e Freyr a «cortejar» — mas, na verdade, a ameaçar, a fim de a convencer a aceitar ser sua esposa — a filha do gigante, Gerðr.

Esta história está registada no *Skírnismál* (*Canção de Skírnir*), que conhecemos através da *Edda Poética* , compilada por volta de 1270, mas *que* contém material que remonta, pelo menos, ao século X. Descreve como Freyr se senta no trono de [Odin](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14652/odin/) e olha até ao reino dos gigantes, Jotunheim, onde avista Gerðr a caminhar pelo jardim. O amor à primeira vista atinge-o e leva-o imediatamente a enviar o seu [servo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17609/servo/) Skírnir até ela para lhe fazer uma proposta de casamento, emprestando-lhe o seu cavalo e a sua espada. Skírnir chega bem preparado e traz objetos com os quais a conquistar (ou subornar): onze maçãs de ouro, o anel de Odin e um cajado. A orgulhosa Gerðr recusa tudo, após o que Skírnir inicia um monólogo composto exclusivamente por terríveis ameaças, começando com:

> Vês, donzela, | esta espada afiada e brilhante
> Que aqui seguro na minha mão?
> A tua cabeça do teu pescoço | cortarei imediatamente,
> se não fizeres a minha vontade.
> (*Skírnismál*, pág. 23)

Ela continua a resistir, no entanto, e o seu orgulho só é quebrado quando Skírnir decora o cajado com [runas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17094/runas/) dotadas do poder de a enlouquecer, após o que ela finalmente promete o seu amor a Freyr. O significado mais profundo deste conto um tanto desconcertante é frequentemente explicado da seguinte forma. Gerðr é vista como uma deusa da terra, cujo casamento com Freyr — que representa os céus fertilizantes (ou o sol) — constitui um casamento sagrado — conhecido em grego como *hieros gamos* — que assegura a regeneração da terra na primavera. É até possível ir um pouco mais longe e interpretar o mito de uma forma mais política, como uma analogia à conquista de territórios.

[ ![Skírnir and Gerðr](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/8631.jpg?v=1644973203) Skírnir e Gerðr Harry George Theaker (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/8631/skirnir-and-gerthr/ "Skírnir and Gerðr")Freyr e Gerðr são certamente produtivos, na medida em que têm um filho em comum, Fjölnir. Diz-se que este Fjölnir foi um lendário rei sueco — na sequência da ligação de Yngvi-Freyr à dinastia dos Yngling — e deu, de facto, um excelente exemplo: uma lenda que remonta, pelo menos, ao século IX d.C. narra a sua morte, ocorrida como consequência infeliz de ele ter caído num barril de hidromel enquanto se encontrava num estado de embriaguez num banquete.

### Os Atributos

Freyr não está sozinho nas suas atividades divinas, mas tem atributos que o acompanham — mais frequentemente o javali e o navio Skíðblaðnir (em nórdico antigo, «montado a partir de pedaços de madeira fina»). De acordo com o mitógrafo islandês Snorri Sturluson (1179-1241) — a nossa fonte mais abrangente no que diz respeito à mitologia nórdica —, o javali companheiro de Freyr chamava-se Gullinborsti, «aquele com as cerdas douradas», que puxava a sua carruagem e era capaz de

> …correr pelo ar e pela água melhor do que qualquer cavalo, e nunca ficava tão escuro com a noite ou com a penumbra das Regiões Turvas que não houvesse luz suficiente por onde ele passava, tal era o brilho da sua crina e das suas cerdas.
> (*Skáldskaparmál*, pág. 35)

Segundo Snorri, Freyr chega mesmo a montar diretamente este javali até à cremação do deus Baldr. Embora as características mencionadas deste «superjavali» sejam provavelmente fruto da imaginação de Snorri, a própria ligação com o javali é provavelmente antiga. Os javalis eram sacrificados no *sonarblót*, ou sacrifício do javali, que era realizado desde cedo como bênção da colheita e, como símbolos de fertilidade, os javalis encaixavam-se perfeitamente nos Vanir em geral. Além disso, já em 986, o poeta islandês Úlfr Uggason associou diretamente o javali a Freyr no poema *Hávamál*, chegando mesmo a mencionar as suas cerdas douradas. Na Suécia, o javali foi adotado pelos seus reis Ynglinga a tal ponto que estes possuem até uma joia da coroa a ele associada: o anel Svíagríss, «javali dos suecos». No entanto, o javali companheiro de Freyr não aparece com muita frequência nas fontes literárias.

[ ![The Lovesickness of Freyr](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/8632.jpg?v=1618714802) A Doença de Freyr W.G. Collingwood (1854 - 1932) (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/8632/the-lovesickness-of-freyr/ "The Lovesickness of Freyr")Pensa-se igualmente que o navio Skíðblaðnir tenha uma origem antiga, uma vez que a navegação também fazia parte do domínio dos Vanir — especialmente do de Njord. Foi construído por anões e bem construído, estando imbuído de poderes notáveis: supõe-se que todos os Æsir, juntamente com as suas armas, cabem nele; é sempre acompanhado por um vento favorável que o impulsiona para a frente; e pode até ser convenientemente dobrado como um guardanapo e enfiado no bolso.

Um dos grandes especialistas em mitologia germânica, H. R. Ellis Davidson, acrescenta ainda o cavalo como um atributo tanto de Freyr como da sua irmã Freyja. Por último, as nossas fontes literárias disponíveis sugerem que a foice seja outro dos possíveis atributos de Freyr, uma vez que estas são por vezes encontradas presas a anéis ou pingentes e estão obviamente ligadas à agricultura.

### A Função na Sociedade

A principal função de Freyr como deus nórdico reside na sua influência sobre a fertilidade. Snorri Sturluson descreve-o da seguinte forma:

> Freyr é o mais nobre dos deuses; ele governa a chuva e o sol e, por isso, os frutos da terra; é bom invocar-lhe para obter boas colheitas e paz; ele zela pela prosperidade da humanidade.
> (*Gylfaginning*, pág. 23)

Durante a Era Viking, a Escandinávia e outras regiões sob o domínio dos vikings dependiam, em grande parte, da agricultura; por isso, a devoção a deuses da fertilidade, como Freyr, com o objetivo de influenciar os rendimentos agrícolas na direção certa, constitui um elemento nada surpreendente nessas sociedades. Rendimentos elevados teriam conduzido a uma maior riqueza, que é outro dos domínios de Freyr. Para além da vertente agrícola da fertilidade, Freyr está também associado à vertente humana, sendo invocado aquando da celebração de casamentos, bem como intervindo em questões relacionadas com a virilidade. Ao representar esta faceta específica da sociedade — enquanto Odin, por exemplo, era considerado importante para governantes, guerreiros e poetas —, Freyr era certamente um deus de grande importância na Escandinávia da Era Viking.

No entanto, Freyr possuía também outras qualidades, que conferem alguma versatilidade ao seu carácter e talvez até à sua função. Não se contentando em apenas relaxar nos seus campos férteis, ele também não se opõe a sujar as mãos na batalha: a *Edda em Prosa* (*Prose Edda*; em nórdico antigo *Edda de Snorri / Edda Jovem*; composta por volta de 1220 por Snorri Sturluson) relata como Freyr mata o gigante Beli com um chifre de veado, com a sua espada mágica ainda na posse do seu servo Skírnir, e como, no Ragnarök, ele luta contra o gigante Surtr e perde, numa jogada que talvez não tenha sido a mais inteligente, tendo em conta que ainda não tinha a sua espada.

No entanto, outros textos atestam a sua proeza militar, chamando-o de «marechal dos deuses» (*Skírnismál*, pág. 3), «habilidoso na batalha» e comandante de exércitos (*Húsdrapa*), «protetor dos Æsir» (*Lokasenna*, pág. 35), atribuindo-lhe um cavalo chamado «Cabo Sangrento» e descrevendo-o como o «mais ousado dos cavaleiros» (*Lokasenna*, pág. 37). Embora esta associação com a guerra não seja tão direta como a que se observa nos deuses Odin e [Thor](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11922/thor/), W. P. Reaves argumenta que Freyr «não é meramente o deus da fertilidade de uma população agrícola, mas possui todos os pré-requisitos de um rei ideal: virilidade, proeza militar e riqueza, os atributos necessários para conquistar e manter um trono» (pág. 6). Tendo em conta o estatuto de Freyr como antepassado mítico da dinastia sueca dos Yngling, isto pode não ser um exagero.

### O Culto a Freyr

Com uma função intimamente ligada às necessidades básicas da sociedade, não é surpreendente que existam amplas evidências de um culto a Freyr. Uma forma de descobrir a potencial adoração de certas divindades é analisar topónimos que contenham o nome do deus, os quais frequentemente indicam onde os cultos podem ter sido praticados. No caso de Freyr, locais como Fröslunda («o bosque dedicado ao deus Freyr»), Freysaker, Freysland, Freyshof e Freyslundr (todos contendo palavras que se referem a campos, prados, etc.) revelam uma distribuição concentrada principalmente na Noruega e na Suécia, embora Franeker, nos Países Baixos, revele as raízes germânicas mais amplas de Freyr.

Os sacrifícios a Freyr são conhecidos pela literatura. Por exemplo, havia o já mencionado *sonarblót* (sacrifício de Sonar), no qual um javali conhecido como *sonargöltr* (javali sacrificial) era oferecido a Freyr para garantir boas colheitas. O poema *«Helgakviða Hjörvarðssonar»* e a [saga](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17926/saga/) *«Hervarar saga ok Heiðreks»* descrevem ambos como, na noite do Yule, se colocavam as mãos nas costas deste javali enquanto se prestava um juramento, após o qual ele era morto. A *«Heimskringla»* entra em mais pormenores na sua descrição de um banquete sacrificial em Trøndelag, na Noruega, no século X. Diz-se que os animais, na sua maioria cavalos e porcos, eram abatidos e cozinhados, enquanto o seu sangue era aspergido pelas paredes e pelos ídolos, e os participantes bebiam [cerveja](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10181/cerveja/) sagrada e comiam a carne, brindando a Odin, Njord e Freyr para obter o seu favor.

[ ![Scandinavian Gold-Foil Picture](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/8633.jpg?v=1618698607) Pintura Escandinava em Folha de Ouro Lokis Tochter (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/8633/scandinavian-gold-foil-picture/ "Scandinavian Gold-Foil Picture")Outro sacrifício relacionado com Freyr é o *Frøsblot* (sacrifício de Frø, sendo Frø outro nome para Freyr), tal como registado por Saxo Grammaticus, um estudioso dinamarquês que viveu por volta de 1150-1220. Em Uppsala, na Suécia, diz-se que um certo Haddingus instituiu um sacrifício anual a Freyr — o Frøsblot — como forma de expiação perante o deus, algo aparentemente ligado ao grande sacrifício em Uppsala que se supõe ter ocorrido a cada nove anos.

Pode de facto ter existido um templo em Uppsala, como defende um famoso relato — baseado em boatos, mas geralmente considerado razoavelmente a moderadamente autêntico — escrito por Adão de Bremen por volta de 1070. Adão escreve sobre um grande templo dourado com estátuas de Thor, Odin e Fricco (sinónimo de Freyr), este último adornado com um «falo imenso» (pág. 4). A cada nove anos, alegadamente eram sacrificados homens, cavalos e cães, cujos corpos ficavam pendurados nas árvores do bosque sagrado. Os registos arqueológicos não confirmam a existência de um templo, embora tenham sido encontrados outros edifícios, entre os quais um [grande salão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17052/grande-salao/), datáveis entre os séculos III e X. Como explica A. Hultgård,

> O que não pode ser posto em causa… é a importância do festival de Uppsala como manifestação religiosa e política, a existência de um bosque sagrado e de um edifício destinado a refeições comunitárias rituais, provavelmente um salão (*triclínio*). Alguns detalhes adicionais relatados por Adam parecem, igualmente, derivar de uma tradição genuína. Era costume entoar várias canções durante as oferendas rituais e algumas delas eram, muito provavelmente, dirigidas ao deus Freyr, que, segundo Adam, era invocado para casamentos e fertilidade.
> (Brink e Price, pág. 216)

A devoção a Freyr estendia-se também para além-mar, uma vez que as fontes históricas islandesas não só se abundam em juramentos que o envolvem («que Freyr, Njord e *hinn almáttki áss* me ajudem», significando «o deus todo-poderoso»), como também mencionam repetidamente homens conhecidos como *Freysgoði* ou sacerdotes de Freyr.

As pistas fornecidas pelos topónimos e pela literatura sobre uma atividade cultual generalizada e visível e pela devoção a Freyr são reforçadas pelos registos arqueológicos; foram encontrados artefactos frequentemente associados a Freyr. O mais difícil de ignorar é uma estatueta de bronze de Rällinge, na Suécia, que tem a forma de um homem barbudo sentado de pernas [cruzadas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15951/cruzadas/) e exibindo um falo ereto. Outros artefactos são pequenas imagens em folha de ouro encontradas na Escandinávia que poderão retratar o casamento sagrado entre Freyr e Gerðr, bem como miniaturas de foices (um possível atributo de Freyr) e pingentes ou anéis com a forma de ferramentas para fazer fogo, que se pensa estarem ligados a cultos de fertilidade. Em suma, Freyr parece, sem dúvida, um deus útil com quem se deve manter uma ligação direta.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Brink, S. & Price, N. (eds.). *The Viking World.* Routledge, 2011.](https://www.worldhistory.org/books/0415692628/)
- [Davidson, H.E. *Roles of the Northern Goddess.* Routledge, 1998.](https://www.worldhistory.org/books/0415136113/)
- [Fitzhugh, W.W. & Ward, E. I. (eds.). *Vikings. The North Atlantic Saga.* Smithsonian Books, 2000.](https://www.worldhistory.org/books/1560989955/)
- [Gylfaginning](http://www.sacred-texts.com/neu/pre/pre04.htm "Gylfaginning"), accessed 19 Apr 2018.
- [Sawyer, P. (ed.). *The Oxford Illustrated History of the Vikings.* Oxford University Press, 2001.](https://www.worldhistory.org/books/0192854348/)
- [Simek, R. *A Dictionary of Northern Mythology.* BOYE6, 2008.](https://www.worldhistory.org/books/0859915131/)
- [SkÃ¡ldskaparmÃ¡l](http://www.sacred-texts.com/neu/pre/pre05.htm "SkÃ¡ldskaparmÃ¡l"), accessed 19 Apr 2018.
- [SkÃ­rnismÃ¡l](https://en.wikisource.org/wiki/Poetic_Edda/Sk%C3%ADrnism%C3%A1l "SkÃ­rnismÃ¡l"), accessed 19 Mar 2020.
- [The Temple at Old Uppsala (Adam of Bremen)](http://www.germanicmythology.com/works/uppsalatemple.html "The Temple at Old Uppsala (Adam of Bremen)"), accessed 19 Apr 2018.
- [William P. Reaves - The Cult of Freyr and Freyja](http://www.germanicmythology.com/original/Freyja%20and%20Odr%202008%20CULT%20OF%20FREYR%20AND%20FREYJA.pdf "William P. Reaves - The Cult of Freyr and Freyja"), accessed 19 Apr 2018.

## Sobre o Autor

Emma Groeneveld estudou História e História Antiga, com foco em tópicos como Heródoto e fatos políticos acalorados de tribunais do passado. Desde a conclusão de seus estudos, em 2015, ela tem dedicado cada vez mais tempo com a pré-história.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/in/emma-groeneveld-31a39b93/)

## Histórico

- **c. 790 CE - c. 1100 CE**: The [Viking Age](https://www.worldhistory.org/collection/29/the-viking-age/).
- **c. 1220 CE**: The Prose [Edda](https://www.worldhistory.org/Edda/) by Snorri Sturluson is written.
- **c. 1270 CE**: The Poetic [Edda](https://www.worldhistory.org/Edda/) is written. It contains poetry that dates further back, though.

## Perguntas & Respostas

### O Freyr é a mesma coisa que a Freyja?
Na mitologia nórdica, Freyr é o irmão gémeo de Freyja. Estes dois deuses da fertilidade são filhos do deus do mar Njörd.


## Links Externos

- [The Norse Gods](https://thenorsegods.com/)
- [How The Yule Festival Of The Winter Solstice Inspired Christmas](https://allthatsinteresting.com/yule-viking-christmas)

## Cite Este Artigo

### APA
Groeneveld, E. (2026, September 03). Freyr. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16973/freyr/>
### Chicago
Groeneveld, Emma. "Freyr." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, September 03, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16973/freyr/>.
### MLA
Groeneveld, Emma. "Freyr." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 03 Sep 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16973/freyr/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 03 September 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

