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title: Polícrates
author: Athanasios Fountoukis
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14714/policrates/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-07-08
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# Polícrates

_Escrito por [Athanasios Fountoukis](https://www.worldhistory.org/user/foufoufou/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Polícrates (reinou por volta de 535-522 a.C.) foi o tirano de [Samos](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-401/samos/) que estabeleceu a supremacia naval samiana no leste do [Egeu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-118/egeu/) e lutou pelo controlo do Mar Egeu e das cidades continentais da Jónia no século VI a.C. Polícrates teve uma carreira bem-sucedida até que o persa Oroetes (reinou por volta de 530-520 a.C.) o atraiu para o continente e ordenou a sua [crucificação](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11867/crucificacao/).

### A Samos Antiga

Os tiranos gregos surgiram originalmente no século VII a.C., fruto de conflitos entre famílias aristocráticas que procuravam autoridade total sobre as comunidades. Estes utilizavam políticas de propaganda apelativas para ganhar o favor e a consideração do público em geral. Esta tática também pode ser observada nos tempos modernos, quando ditadores utilizam apelos populistas às classes mais baixas para ocultar outros crimes hediondos. Os tiranos gregos foram numerosos; alguns dos mais notáveis foram Cípselo de [Corinto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-218/corinto/) (c. 657-627 a.C.) e Pisístrato de [Atenas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-292/atenas/) (c. 600-527 a.C.).

A localização estratégica de Samos foi crucial para a rápida geração de riqueza pelas elites locais. A posição geográfica favorável de Samos e das ilhas circundantes favoreceu o controlo samiano sobre os navios mercantes que por ali passavam, capturando a maioria da carga transportada do leste do Mar Mediterrâneo para o Mar Egeu e o Helesponto. Assim, desde o século VIII a.C., o início da Grécia Arcaica, os samianos criaram uma mentalidade de pilhagem para sobreviver. Esse estilo de vida de pilhagem fundia-se com uma forte afinidade pela deusa [Hera](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10295/hera/), cujo templo de pedra deve ter sido erguido após 800 a.C. Com o seu comprimento impressionante de 30,5 metros, este templo foi um dos primeiros e maiores templos encontrados nos registos arqueológicos, refletindo o papel central de Hera na comunidade local. A construção de um novo templo de Hera é quase o único outro evento que pode ser traçado até aos reinados dos governantes pré-policratianos.

O cenário para o reinado do tirano Polícrates é preparado pela invasão de Ciro II (cerca de 600-530 a.C.), rei e fundador do [Império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/) Aqueménida persa. Segundo [Heródoto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-234/herodoto/), quando Ciro olhou para o ocidente, devia ter uma vantagem numérica significativa sobre [Creso](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-323/creso/) (reinou por volta de 585-546 a.C.), rei da Lídia, apesar do facto de Creso ter assinado um tratado de hospitalidade e aliança com [Esparta](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-197/esparta/). Após a presença de Ciro na Lídia ter sido estabelecida, parece que os gregos não enviaram tropas para Sardes, a capital. Ciro atacou em pleno inverno, apanhando o exército lídio desprevenido, e planeou um combate na [Batalha de Timbra](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21176/batalha-de-timbra/), perto de Sardes, em 547 a.C. Creso foi obrigado a procurar refúgio na cidadela, mas a cidade caiu no prazo de 14 dias. Quando Ciro entrou em Sardes, Creso rendeu-se e tornou-se vassalo de Ciro. Como resultado, o aspirante a rei aqueménida passou a controlar a Lídia, uma região vizinha de Samos. A expansão ocidental do governante persa forçou a elite samiana a alterar a sua política económica e a redirecionar os seus ataques de pilhagem para o ocidente.

### A Ascensão ao Poder

A pirataria era generalizada quando o infame tirano samiano Polícrates, filho de Eaces, cresceu, e isto pode ter inspirado os contos florescentes de uma talassocracia samiana — um domínio naval — que estava para surgir. A história de Polícrates é principalmente atestada por Heródoto (cerca de 484-425/413 a.C.), o historiador grego de Halicarnasso. Embora Polícrates seja mencionado noutras fontes primárias, como [Aristóteles](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-355/aristoteles/) (384-322 a.C.), a versão mais conclusiva e notavelmente detalhada provém de Heródoto.

Os antepassados de Polícrates não estão claramente estabelecidos e não existem informações transparentes sobre eles. Dois nomes surgem antes de Polícrates: Silosão, que governou Samos como tirano cerca de 590 a.C., e Eaces, o provável pai de Polícrates. Polícrates nasceu provavelmente na década de 570 a.C., seguido pelos seus dois irmãos, Pantagnoto e Silosão. A fase inicial do reinado de Polícrates foi partilhada com os seus dois irmãos, até que ele ordenou a execução de Pantagnoto e o exílio de Silosão para a Pérsia. Segundo o autor bitínio Polieno (por volta do século II a.C.), o tirano tomou o poder durante o grande festival realizado fora das muralhas da cidade, dedicado a Hera, a divindade mais celebrada da ilha. As obras de Ásio, o poeta samiano do século VI a.C., e de Dúris (cerca de 350 a cerca de 281 a.C.), governante helenístico de Samos, corroboram a descrição de Polieno.

[ ![As Cidades-Estados Gregas, cerca de 500 a.C.](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/14624-pt.png?v=1764948088-1766347201) As Cidades-Estados Gregas cerca de 500 a.C. Simeon Netchev (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/trans/pt/3-14624/as-cidades-estados-gregas-cerca-de-500-ac/ "As Cidades-Estados Gregas, cerca de 500 a.C.")A carreira de Polícrates parece ter seguido um padrão semelhante ao dos restantes tiranos gregos. Provavelmente, iniciou o seu golpe de Estado capturando a [acrópole](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-478/acropole/) de Samos, localizada no centro da cidade antiga. Além disso, os irmãos foram apoiados por muitos cidadãos que podiam pagar uma panóplia (armamento completo); é possível que estes homens fossem da família imediata de Polícrates ou do seu grupo de symposion. O seu reduzido número poderia implicar que não houve oposição séria ao golpe, pelo que a maioria dos aristocratas ou a massa do demos (cidadãos gregos), ou ambos, estavam apáticos ou positivamente a favor. Uma passagem preservada dos Anais Samianos de Dúris descreve como Polícrates providenciou para que as mães daqueles que morreram na guerra fossem cuidadas pelas pessoas mais ricas de Samos. Este extrato poderia, provavelmente, indicar uma medida de propaganda para reconciliar o público.

### A Economia e o Governo

Polícrates devia ser um homem popular, mas aqueles que se opunham ao seu reinado, tipicamente membros da antiga aristocracia, foram exilados ou abandonaram a ilha voluntariamente. O mais famoso foi o filósofo Pitágoras (cerca de 570-495 a.C.), que se dirigiu ao Egito e ao sul da [Itália](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-207/italia/), enquanto outros se estabeleceram em Dicearquia (Puteoli), perto de Nápoles. A mudança para o padrão monetário lídio-milesiano, popular entre os comerciantes, facilitou as trocas em territórios persas a partir de 525 a.C. A introdução de animais exóticos por parte de Polícrates tem sido frequentemente vista como evidência de uma tentativa de dinamizar a economia e, talvez, de agradar aos aristocratas que o rodeavam. A variedade das importações justifica a reputação de navegador bem merecida de Polícrates. Os anos de 570-530 a.C. assistiram também à criação das mais excecionais e conhecidas esculturas samianas. Uma vez que Polícrates nasceu e reinou durante estas décadas, tanto estudiosos antigos como modernos associaram-no às artes, embora não existam provas que sustentem tais alegações.

[ ![Head of a Greek Youth](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/8672.jpg?v=1599091203) Busto de um Jovem Grego Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/8672/head-of-a-greek-youth/ "Head of a Greek Youth")Uma passagem de Anacreonte (cerca de 582-485 a.C.) sugere uma tentativa samiana de influenciar a cidade de Magnésia, no Meandro, através de propaganda, o que promove a evidência de uma invasão. Como os persas eram demasiado poderosos no continente, Polícrates não poderia ter ocupado permanentemente as cidades jónicas nem tê-las ligado a Samos numa aliança de tributo. Assim, os gregos que viviam perto do mar não estabeleciam colónias para obter mantimentos de cereais e outras mercadorias; frequentemente, capturavam navios. A teoria de pilhar e saquear todos por igual pode ser a descrição mais precisa da talassocracia, e muitos residentes teriam beneficiado da pilhagem através de emprego na frota. Contudo, Heródoto afirma que os ilhéus se submeteram a Ciro.

### A Política Externa

Inicialmente, Polícrates limitou-se a explorar a situação geopolítica e contou com o apoio de Ligdamis (r. c. 546-524 a.C.), tirano de [Naxos](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11328/naxos/), que tinha sido colocado no poder por Pisístrato algum tempo depois de 546 a.C. Adicionalmente, uma aliança entre o [faraó](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-288/farao/) egípcio Amásis II (reinou 570-526 a.C.) e Polícrates é documentada por Heródoto. Temendo um ataque persa, Amásis desenvolveu uma estratégia naval, construiu uma marinha, contratou mercenários cários e gregos, conquistou Chipre e aliou-se a Polícrates. Amásis deu também a Polícrates uma grande soma de dinheiro, que o samiano utilizou para construir 100 navios, cada um com 50 remadores e dez arqueiros. Este contributo poderá ter custado aproximadamente oito toneladas de prata por ano.

A frota de Polícrates, que era composta, muito provavelmente, pelo menos em parte, por um modelo especial conhecido como samaina, exemplifica como a pentecôntera passou por várias inovações no período arcaico. Durante o século VI a.C., foram feitas alterações ao design da pentecôntera no Egeu para torná-la uma embarcação melhor para o transporte de mercadorias e soldados, bem como um navio de guerra. Devido à ameaça representada pela expansão persa na década de 540 a.C., é plausível que uma [pólis](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12026/polis/) costeira (cidade-estado) como Samos mantivesse uma frota de pentecônteras, independentemente da despesa. [Plutarco](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-820/plutarco/) (cerca de 45-50 d.C. a cerca de 120-125) afirma que Polícrates encomendou um tipo especial de navio, a samaina. Esta deveria ser maior e mais espaçosa do que a pentecôntera comum de dois níveis. Era simultaneamente coberta, rápida e estável o suficiente para excursões em mar aberto. A guerra naval grega, na altura, estava gradualmente a afastar-se do método arcaico de abordar os navios inimigos e lutar corpo a corpo ou subjugar o oponente com salvas de mísseis.

Após a morte de Ciro, em 530 a.C., Polícrates decidiu mudar de lado e juntar-se ao novo rei persa, [Cambises II](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-305/cambises-ii/) (reinou 530-522 a.C.). Quando Cambises adquiriu a formidável marinha [fenícia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-183/fenicia/) na década de 520 a.C., a pirataria samiana ficou limitada às cidades mais pobres das Cíclades. Assim, quando o espólio das aventuras marítimas deixou de fluir, a aristocracia samiana viu uma oportunidade para desestabilizar o tirano. À medida que a influência persa aumentava em direção ao ocidente, já não era seguro não ser inimigo de Amásis, pelo que Polícrates enviou 40 navios para auxiliar a invasão de Cambises ao Egito. A disputa com Amásis poderá ter prejudicado o comércio em Naucratis, mas a conquista do Egito por Cambises iria regularizar a situação para o samiano. Deve notar-se que, segundo as fontes antigas, o almirante da marinha egípcia também mudou de lado, pelo que é possível que Cambises tenha preparado a sua expedição egípcia subornando os aliados navais de Amásis.

O ataque naval foi também uma oportunidade para Polícrates se livrar de residentes descontentes, colocando-os nos navios. A sua remoção relativamente suave, ou pelo menos encoberta, sugere que a maioria deles eram indivíduos influentes. A sua partida, contudo, teve implicações de longo alcance, uma vez que se dirigiram ao Peloponeso e convenceram Esparta e Corinto a preparar uma expedição contra Polícrates. Podem ser apontadas duas razões possíveis para o envolvimento de Esparta: vingança pelo roubo de presentes espartanos ou o pagamento de uma dívida de gratidão, o que os estudiosos identificaram como um ato de reciprocidade negativa. O envolvimento de Corinto pode ser traçado até à memória de como Samos tinha interferido, outrora, num plano do seu governante, Periandro († cerca de 587 a.C.), para punir Córcira, uma colónia coríntia. A interação entre Esparta e os nobres samianos deu o impulso para a primeira viagem de sempre dos espartanos ao Egeu. Um triunfo inicial para eles e para os coríntios foi seguido por um cerco de 40 dias à cidade que se revelou infrutífero. A intervenção peloponésia tornou óbvio que a pirataria samiana nas Cíclades já não seria tolerada.

[ ![Heraion, Samos](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/4994.jpg?v=1747158485) Heraião, Samos Ondra (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/4994/heraion-samos/ "Heraion, Samos")### A Morte de um Tirano

Em março de 522 a.C., eclodiu uma guerra civil no Império Persa. Durante o verão, Polícrates foi convidado pelo sátrapa da Lídia, Oroetes, a deslocar-se a Sardes para lhe fornecer ouro para dar continuidade aos seus empreendimentos. Segundo Heródoto, a filha de Polícrates teve um pesadelo terrível, no qual viu o seu pai a ser lavado pelo [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) [Zeus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-538/zeus/) e ungido pelo Sol.

> E Polícrates, suspenso no ar, cumpriu a visão da sua filha em todos os detalhes; pois foi lavado por Zeus quando choveu, e foi ungido por [Hélio](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11295/helio/) enquanto o seu corpo transpirava.
> (*Histórias* 3.125.4.)

Quando o caos no Império Persa chegou ao fim, [Dário I](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-357/dario-i/) (r. 522-486 a.C.) restaurou a ordem ao executar Oroetes e conquistar Samos. Silosão, o irmão exilado de Polícrates, tinha conhecido Dário no Egito e ofereceu-lhe uma capa vermelha quando o rei era um dos guardas de Cambises. Agora que Dário era rei, Silosão pediu para regressar a Samos sem derramamento de sangue e governou a ilha como governante vassalo em nome do Império Persa Aqueménida.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Anonymous. *A Political History of the Achaemenid Empire - 1997 Edition.* Brill, 1970.](https://www.worldhistory.org/books/B01MF8J39A/)
- Boyd, Marcaline. "Polyneaus and Polycrates." *Cambridge: Francis Cairns*, Papers of the Langford Latin Seminar 17, 2018, pp. 71-88.
- [Briant, Pierre. *From Cyrus to Alexander.* Eisenbrauns, 2002.](https://www.worldhistory.org/books/1575060310/)
- [Carty, Aideen. *Polycrates, Tyrant of Samos.* Franz Steiner Verlag, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/351510898X/)
- [Herodotus & Godley, A.D. *The Histories of Herodotus, A Translation By A.D. Godley.* Scribe Publishing, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/1787801799/)
- [Plutarch & Clough, Arthur Hugh & Dryden, John & Atlas, James. *Plutarch's Lives Volume 1 .* Modern Library, 2001.](https://www.worldhistory.org/books/0375756760/)
- [Polycrates](https://www.livius.org/articles/person/polycrates/#:~:text=on%20a%20cross.-,%5B..%5D,long-continued%20prosperity%20of%20Polycrates. "Polycrates"), accessed 16 May 2022.
- [Shipley, Graham. *A History of Samos, 800-188 BC.* Clarendon Press, 1987.](https://www.worldhistory.org/books/0198148682/)
- Waterfield, Kathryn. " Penteconters and the Fleet of Polycrates." *2019*, The Ancient History Bulletin. Vol 33. No. 1-2.

## Sobre o Autor

Um historiador, que obteve uma licenciatura em História e Etnologia na Grécia, e um mestrado em História Antiga nos Países Baixos. É fascinado pela história antiga das culturas marítimas e nómadas.

## Histórico

- **535 BCE - 522 BCE**: [Polycrates](https://www.worldhistory.org/Polycrates/) rules as tyrant of [Samos](https://www.worldhistory.org/samos/).
- **525 BCE**: [Sparta](https://www.worldhistory.org/sparta/) and [Corinth](https://www.worldhistory.org/corinth/) unsuccessfully attack [Polycrates](https://www.worldhistory.org/Polycrates/) of [Samos](https://www.worldhistory.org/samos/).
- **522 BCE**: Persian [satrap](https://www.worldhistory.org/Persian_Governor/) Oroetus takes [Samos](https://www.worldhistory.org/samos/) and the tyrant [Polycrates](https://www.worldhistory.org/Polycrates/) is crucified.
- **c. 520 BCE**: A new [temple](https://www.worldhistory.org/temple/) is built and dedicated to [Hera](https://www.worldhistory.org/Hera/) on [Samos](https://www.worldhistory.org/samos/) during the reign of [Polycrates](https://www.worldhistory.org/Polycrates/).

## Perguntas & Respostas

### Quem foi Polícrates?
Policrates foi o tirano de Samos que estabeleceu a supremacia naval de Samos no Egeu oriental.
 

### Como é que Polícrates chegou ao poder?
Policrates matou o seu irmão Pantagnotos e exilou o outro, Syloson. Depois, segundo Poliaeno, um autor da "Bitínia", o tirano tomou o poder durante a grande festa dedicada a Hera.

### Em que medida a frota de Polícrates era única?
A frota de Polícrates contava com uma embarcação especial chamada «samaina», que era maior e mais espaçosa do que o habitual «penteconter» de dois andares. Era uma embarcação com convés, rápida e suficientemente estável para viagens em mar aberto.

### Como morreu o tirano de Samos, Polícrates?
Policrates morreu na cruz em 522 a.C., na sequência de um convite enganador feito por Oroeto, o sátrapa da Lídia. Como testemunha Heródoto, o sátrapa atraiu o tirano de Samos para o seu território, oferecendo-lhe promessas de ouro e glória. 


## Cite Este Artigo

### APA
Fountoukis, A. (2026, July 08). Polícrates. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14714/policrates/>
### Chicago
Fountoukis, Athanasios. "Polícrates." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, July 08, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14714/policrates/>.
### MLA
Fountoukis, Athanasios. "Polícrates." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 08 Jul 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14714/policrates/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 08 July 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

