---
title: Arquitetura Romana
author: Mark Cartwright
translator: Nazareth Accioli Lobato
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11581/arquitetura-romana/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2024-12-21
---

# Arquitetura Romana

_Escrito por [Mark Cartwright](https://www.worldhistory.org/user/markzcartwright/)_
_Traduzido por [Nazareth Accioli Lobato](https://www.worldhistory.org/user/nazarethaccioli)_

A arquitetura romana deu continuidade à herança deixada pelos arquitetos gregos e pelas suas ordens arquitetônicas, em especial a Coríntia. Os romanos também foram inovadores, pois combinaram novas técnicas de construção, novos materiais e designs criativos que resultaram numa variedade de novas estruturas arquitetônicas. As típicas construções romanas inovadoras incluíam a basílica, o arco do triunfo, o grandioso [aqueduto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-518/aqueduto/), o anfiteatro e os quarteirões residenciais.

Muitas inovações arquitetônicas romanas foram uma resposta às necessidades práticas da sociedade. Todos esses projetos foram sustentados pelo governo, que investiu, organizou e expandiu essas inovações por todo o mundo romano, garantindo sua permanência, motivo pelo qual muitas dessas construções sobrevivem até hoje.

### As Ordens Arquitetônicas

Os arquitetos romanos seguiram as diretrizes das ordens clássicas estabelecidas pelos gregos: Dórica, Jônica e Coríntia. A Coríntia foi particularmente favorecida, e muitas construções romanas, até mesmo na Antiguidade Tardia, ainda possuíam uma aparência particularmente grega. Os romanos, no entanto, acrescentaram suas próprias ideias, e sua versão do capitel Coríntio tornou-se mais ornamentada, como a cornija – veja, por exemplo, o Arco de Sétimo Severo em Roma (203 d.C.). Os romanos também criaram o capitel composto, que mesclava a voluta da ordem Jônica com as folhas de acanto da Coríntia. A coluna Toscana foi outra adaptação de uma ideia tradicional inspirada no modelo da coluna Dórica, mas com um capitel menor, um fuste mais delgado e sem ranhuras, e uma base modelada. A coluna Toscana (como veio a ser conhecida no período do Renascimento) foi usada especialmente na arquitetura doméstica como peristilos e varandas. Os romanos também favoreceram as [colunas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10260/colunas/) monolíticas, ao invés da técnica grega de usar vários cilindros empilhados um sobre o outro.

Além disso, as colunas continuaram a ser usadas mesmo quando não eram estruturalmente necessárias. Isso ocorria para oferecer uma aparência tradicional e familiar às construções, como por exemplo, a fachada do [Panteão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11201/panteao/) em Roma (c. 125 d.C.). Colunas podiam estar separadas do edifício, mas permanecer unidas à fachada através da base e do entablamento (colunas independentes) – veja, por exemplo, a Biblioteca de Adriano em [Atenas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-292/atenas/) (132 d.C.). Finalmente, as colunas podiam se tornar uma parte da própria parede (colunas acopladas) e com funções meramente decorativas, como por exemplo, os andares superiores da parte externa do [Coliseu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10001/coliseu/) (último quartel do século I d.C.).

A influência grega também está evidenciada no fato de que inovações republicanas tardias, tais como as basílicas e as termas, de forma geral ocorreram primeiro no sul da [Itália](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-207/italia/), na Campânia (ver [Pompeia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-529/pompeia/) em especial), mais próxima das antigas colônias gregas da [Magna Grécia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11373/magna-grecia/). É de lá que temos a mais antiga cúpula de edifício sobrevivente, o *frigidarium* (sala fria) das Termas Estabianas de Pompeia (século II a.C.). Assim como em muitas outras áreas, os romanos pegavam uma ideia e estendiam-na até sua máxima possibilidade, e os enormes complexos de termas imperiais incorporavam arcos elevados, arcos que saltavam diretamente dos capitéis das colunas e cúpulas que alcançavam distâncias aparentemente impossíveis.

[ ![The Classical Orders of Architecture](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/948.png?v=1768904209-1768904317) Ordens Arquitetônicas das Colunas Simeon Netchev (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/948/the-classical-orders-of-architecture/ "The Classical Orders of Architecture")A época de [Augusto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-412/augusto/) conheceu um aumento na atividade de construção, na inovação do design e no uso extravagante do mármore, sintomas de uma Roma que estava começando a se movimentar e, com crescente confiança, a se afastar da rígida tradição das civilizações mais antigas. Também foi a época na qual o aumento do patrocínio imperial permitiu que projetos de edifícios maiores e mais impressionantes fossem realizados, não apenas na cidade de Roma, mas por toda a extensão do [Império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/), onde as edificações se tornaram uma propaganda para a poderosa e visível superioridade cultural do mundo romano.

À medida que o Império se expandia, as ideias e até mesmo os artesãos se tornaram parte integrante da indústria arquitetônica romana, e geralmente acompanhavam seus materiais melhor conhecidos, como o mármore, até os locais de construção. A influência oriental pode ser comprovada em aspectos tais como folhas de papiro nos capitéis, pedestais esculpidos, colunatas de rua e *nymphaeum* (fonte ornamental).

### Materiais e Técnicas

O primeiro edifício construído inteiramente em mármore foi o Templo de Júpiter Estator em Roma (146 a.C.), mas foi apenas a partir do Império que o uso do mármore se expandiu, tornando-se a pedra escolhida para os mais impressionantes projetos de construção financiados pelo governo. O tipo de mármore italiano mais utilizado era o de Carrara (Luna), da Toscana (ver, por exemplo, o Templo de [Apolo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-946/apolo/) sobre o Monte Palatino, de 30 a.C.). O mármore também estava facilmente disponível de um lado a outro do Império, sendo particularmente apreciados os mármores pário, de Paros, nas Cíclades, e o pentélico, de Atenas. Variedades coloridas também eram muito favorecidas pelos arquitetos romanos, como por exemplo: o mármore numídico amarelo, do norte da África; o frígio púrpura, da Turquia central; o vermelho pórfiro, do Egito; e o mármore verde rajado de Caristo, na Eubeia. No entanto, os mármores estrangeiros eram reservados, principalmente, para o uso em colunas e, devido aos custos de transporte, para os projetos imperiais.

[ ![Columns of Hagia Sophia](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/7971.jpg?v=1737659890) Colunas de Santa Sofia Hagia Sophia Research Team (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/7971/columns-of-hagia-sophia/ "Columns of Hagia Sophia")Além do mármore, a pedra calcária travertina branca também podia ser encontrada nas pedreiras próximas a Tivoli, e devido à sua adequação para a feitura de esculturas minuciosas e à sua resistência para suportar peso, tornou-se a substituta favorita do mármore entre os arquitetos romanos a partir do século I a.C. Era usada especialmente em pisos, molduras de portas e janelas, e em degraus.

Os romanos não inventaram a argamassa de cal, mas foram os primeiros a enxergar as amplas possibilidades de seu uso na produção de concreto. A mistura de concreto e cascalho era, geralmente, um material destinado para fins de preenchimento. No entanto, os arquitetos romanos perceberam que essa mistura poderia suportar um peso elevado. Em consequência, e com um pouco de imaginação, poderia ser usada para transpor espaços e, desse modo, criar oportunidades para toda uma nova tendência em construções. Eles denominaram esse material *opus caementicium*, nome derivado da pedra agregada (*caementa*) que era misturada com a argamassa de cal. Quando preparada, essa mistura adquiria uma consistência espessa, e por isso não podia ser derramada, como o concreto moderno. A primeira prova documentada de seu uso é do século III a.C. Cosa, e seu primeiro uso em Roma parece ter sido num armazém do século II a.C. Também no século II a.C. foi descoberto que com o uso da pozolana (concreto fabricado com areia vulcânica, *pulvis puteolanus*), que possuía um alto teor de sílica, o concreto poderia endurecer debaixo d’água, tornando-se ainda mais resistente do que o concreto normal. Por volta do século I a.C. seu uso parece ter se estendido em alicerces, paredes e abóbadas. O Santuário da Fortuna Primigênia, situado na Palestrina, talvez seja o melhor exemplo de suas possibilidades na construção.

Em acréscimo às possibilidades estruturais oferecidas pelo concreto, o material também era muito mais barato do que a pedra, e poderia proporcionar uma fachada mais atraente com o uso de estuque, de folhas de mármore, ou de algum outro material mais barato, como o tijolo cozido ou a terracota. Os tijolos de lama secos ao sol já eram utilizados há séculos, e até o século I d.C. continuaram a ser adotados em projetos mais modestos, mas os tijolos cozidos tinham a vantagem da durabilidade e, tal como a pedra, podiam ser esculpidos para se assemelhar às características dos padrões arquitetônicos em peças como capitéis e dentículos.

Os tijolos mediam, basicamente, 59 centímetros quadrados, e sua espessura variava entre 2,5 e 5 centímetros. Quando não aparados, eram usados em telhados e canos, mas para outras finalidades eram cortados, de maneira geral, em dezoito triângulos. Também havia tijolos circulares, divididos em quatro partes, para a utilização em colunas. Os tijolos também poderiam ser usados em cúpulas, como as do Templo de [Asclépio](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10395/asclepio/) Soter, em [Pérgamo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-583/pergamo/), e até se tornaram decorativos por si mesmos, quando unidades com diferentes colorações (geralmente amarelo e laranja) eram dispostas de forma a criar desenhos.

[ ![Pantheon, Rome](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/1272.jpg?v=1749199873) Panteão, Roma Jack G (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/1272/pantheon-rome/ "Pantheon, Rome")O estuque era usado para revestir paredes de tijolo e, assim como os tijolos, poderia ser esculpido para reproduzir decorações arquitetônicas que, até então, eram realizadas unicamente em pedra. O estuque era produzido através de uma mistura composta por areia, gesso, e até mesmo pó de mármore, para obter um material de melhor qualidade.

O tufo vulcânico e o pomes eram utilizados em cúpulas devido ao seu baixo peso, como no Panteão, por exemplo. O basalto em forma de blocos poligonais geralmente era usado em calçamentos e estradas, e o granito egípcio cinza e rosa era popular para obeliscos e colunas. Finalmente, a terracota também era utilizada para a modelagem de ornamentos em edifícios, tornando-se um adorno comum em lares e túmulos particulares.

### Arquitetos Romanos

No mundo romano, o crédito das construções era amplamente atribuído à pessoa que havia concebido e financiado o projeto, ao invés do arquiteto que havia administrado sua realização. Em consequência, ele geralmente permanece anônimo. Aqueles contratados pelo imperador para projetos específicos são melhor conhecidos. Sabemos a respeito do arquiteto favorito de Trajano, Apolodoro de Damasco, famoso por suas habilidades na construção de pontes e responsável pelo Fórum de Trajano e pelas Termas de Roma (104-9 d.C.), entre outros projetos. Severo e Celer foram os arquitetos responsáveis pelo fantástico teto giratório da Casa Dourada de [Nero](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10280/nero/). De modo geral, os arquitetos supervisionavam os trabalhos, mas eram os contratantes (*redemptores*) que realmente executavam os projetos, com base nos desenhos e medidas estabelecidos pelos arquitetos.

O mais famoso arquiteto romano é, certamente, Vitrúvio, principalmente devido à sua obra *Sobre a Arquitetura*, um estudo da arquitetura em dez volumes que sobreviveu intacto. Na verdade, não conhecemos muito a respeito de seu próprio trabalho – à exceção de uma basílica que ele construiu em Fano, e que trabalhou para [Júlio César](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-95/julio-cesar/) e Augusto. *Sobre a Arquitetura* abrange todos os aspectos da arquitetura, tipos de edifícios, conselhos para os futuros arquitetos, e muito mais. Um aspecto interessante da obra é a revelação de que os antigos arquitetos deveriam possuir muitas habilidades que, atualmente, estariam separadas em diferentes especializações. Vitrúvio também resumiu o princípio essencial da arquitetura romana: ‘Todas as construções devem ser executadas de forma a levar em conta sua durabilidade, utilidade e beleza’ (*Sobre a Arquitetura*, Livro I, Capítulo III).

[ ![Pont del Diable Aqueduct, Tarraco](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/5537.jpg?v=1763616965) Aqueduto da Ponte do Diabo, Tarragona Mark Cartwright (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/5537/pont-del-diable-aqueduct-tarraco/ "Pont del Diable Aqueduct, Tarraco")### Principais Construções

**Aquedutos e pontes** – Os aquedutos, estruturas às vezes gigantescas formadas por camadas de arcos simples, duplos ou triplos, eram projetados para conduzir aos centros urbanos a água potável obtida de fontes que, às vezes, situavam-se a muitos quilômetros de distância. O aqueduto mais antigo de Roma era o Aqua Apia (312 a.C.), mas Ponte do Gard (c. 14 d.C.), perto de Nimes, é, sem dúvida, o mais impressionante exemplo de aqueduto romano. As pontes romanas podiam fazer um uso similar do arco para atravessar rios e barrancos. Construídas com uma superestrutura plana de madeira sobre pilastras ou arcos de pedra, alguns exemplos sobrevivem até hoje, como a ponte de granito do Tejo (106 d.C.), em Alcântara , cujos arcos se estendem por trinta metros.

**Basílicas** – A basílica foi adotada pela Igreja cristã, mas foi concebida pelos romanos como um local destinado a qualquer grande reunião, e cujo uso mais comum eram as sessões dos tribunais de justiça. Geralmente eram construídas ao longo de um lado do fórum, isto é, o mercado da cidade, que era cercado por colunatas em todos os lados. O salão e o teto da basílica eram sustentados por colunas e pilastras, também distribuídas por todos os lados. As colunas criavam uma nave central cercada por corredores. O primeiro andar era circundado por uma galeria, e posteriormente havia uma ábside em uma ou ambas as extremidades. Um exemplo típico é a Basílica de Severo em Lepcis Magna (216 d.C.).

[ ![Plan of the Baths of Diocletian](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/1174.jpg?v=1720664225) Plano das Termas de Diocleciano B. Fletcher (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/1174/plan-of-the-baths-of-diocletian/ "Plan of the Baths of Diocletian")**Termas** – As termas revelam a típica habilidade romana no uso de arcos, cúpulas, abóbadas e contrafortes para a criação de impressionantes espaços interiores. Os maiores desses frequentemente enormes complexos eram construídos simetricamente ao longo de um único eixo, e incluíam piscinas, salas frias e quentes, fontes, bibliotecas, calefação subterrânea e, às vezes, calefação embutida nas paredes através de canos de terracota. Seus exteriores eram, geralmente, simples, mas seus interiores eram frequentemente suntuosos, com o uso generoso de colunas, mármore, estátuas e mosaicos. As Termas de Caracala em Roma (concluída em 216 d.C.) são um dos melhores exemplos e, certamente, o melhor preservado.

**Residências particulares** – Talvez mais famosas por suas paredes internas ricamente decoradas com afresco e estuque, as residências privadas também podiam encantar pelo átrio, peristilos, jardins e fontes, todos ordenados em harmoniosa simetria. Para um exemplo típico, veja a Casa dos Vettii em Pompeia (século I a.C. – 79 d C.).

Ainda mais inovadores, no entanto, foram os grandes quarteirões de apartamentos (*insula*) para os habitantes menos favorecidos. Eram construídos em tijolos, concreto e madeira, às vezes possuíam varandas e, na maioria das vezes, lojas no térreo voltadas para a rua. Os quarteirões surgiram no século III a.C., e no século I a.C. seus exemplares podiam chegar a doze andares. No entanto, as restrições quanto à altura impostas pelo governo resultaram em edifícios com quatro ou cinco andares em média (ao menos na parte frontal, já que não havia restrições quanto à parte dos fundos). Alguns poucos exemplos sobreviventes podem ser vistos em [Óstia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11925/ostia/).

[ ![Temple of Baachus, Baalbek](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/1318.jpg?v=1777014087-1777014087) Templo de Baco, Balbeque Jerzy Strzelecki (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/1318/temple-of-baachus-baalbek/ "Temple of Baachus, Baalbek")**Templos** – O templo romano foi uma combinação dos modelos etrusco e grego, com uma cela interior nos fundos, cercada por colunas. Estava situado sobre uma plataforma elevada (superior a 3,5 metros de altura) e cuja entrada, em degraus, conduzia a um átrio que, com suas colunas, era o ponto central do edifício (em contraste com os templos gregos, onde todos os quatro lados podiam ser igualmente importantes na paisagem urbana). A Maison Carrée em Nimes (16 a.C.) é um exemplo típico, e sobrevive praticamente completa. Na maior parte dos casos os templos eram retangulares, mas também podiam assumir outros formatos, tais como o circular ou o poligonal, como por exemplo o templo de [Vênus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-462/venus/) em Balbeque (século II – século III d.C.).

**Teatros e Anfiteatros** – O teatro romano foi certamente inspirado na versão grega, mas a orquestra era semicircular e o conjunto construído em pedra. Os romanos também acrescentaram um palco bastante decorado (*scaenae frons*) que incorporava colunas em diferentes níveis, projeções, frontões e estátuas, tal como encontrado no teatro em Orange (27 a.C. – 14 d.C.). Uma abordagem semelhante foi adotada nas fachadas das bibliotecas – veja, por exemplo, a Biblioteca Celso em [Éfeso](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-575/efeso/) (século II d.C.). Os teatros também revelam a paixão romana por espaços cercados, em especial quando cobertos (parcial ou completamente) com madeira ou toldos de lona.

O anfiteatro totalmente cercado era, em particular, o favorito dos romanos. O Coliseu é o maior, o mais famoso e um exemplo típico copiado por todo o Império: um exterior bastante decorado, assentos colocados sobre carreiras de abóbadas cilíndricas, e salas subterrâneas instaladas sob a arena com a finalidade de ocultar pessoas, animais e os adereços dos espetáculos até o momento de sua exibição.

[ ![Roman Amphitheatre, Verona](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/2481.jpg?v=1773346228) Anfiteatro romano, Verona Mark Cartwright (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/2481/roman-amphitheatre-verona/ "Roman Amphitheatre, Verona")**Arcos do Triunfo** – O arco do triunfo, com uma passagem simples, dupla ou tripla, tinha como única função a de comemorar eventos significativos, como as vitórias militares, através de esculturas e inscrições. Os primeiros ficavam em vias – dos quais os mais antigos são os dois arcos erigidos em Roma por L. Estertínio (196 a. C.) – mas exemplares posteriores geralmente eram protegidos por degraus. Encimados por uma carruagem de bronze puxada por quatro cavalos, eles se tornaram imponentes monumentos de pedra para a vaidade romana. O Arco de Constantino (c. 315 d.C.), em Roma, é o maior exemplo sobrevivente e, talvez, o último grande monumento da Roma imperial.

[ ![Roman Opus Mixtum Wall](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/866.jpg?v=1763706677) Muro romano em Opus Mixtum Mark Cartwright (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/866/roman-opus-mixtum-wall/ "Roman Opus Mixtum Wall")**Muros** – Além das famosas estruturas militares, como as de Antonino ou a Muralha de Adriano (c. 142 d.C. e c. 122 d.C., respectivamente), muros romanos mais modestos oferecem uma quantidade surpreendente de variações. A largura dos muros romanos podia variar imensamente, desde o mais estreito, com 18 centímetros, até o mais sólido, com 6 metros de largura. Os blocos de mármore e de pedras finas eram usados raramente, pois custavam muito caro. Grandes blocos quadrados eram usados para criar muros de pedra e alvenaria, isto é, feitos com blocos unidos sem o uso de argamassa. Muito mais comum era o uso de tijolo (geralmente no formato triangular e fixado com argamassa) e de pequenas pedras para revestir um interior de concreto. Os tijolos e as pedras podiam ser dispostos de várias maneiras:

- *opus incertum* – surgiu primeiramente no século III a.C., e usava pequenos pedaços irregulares de pedra alisadas num só lado.
- *opus reticulatum* – surgiu a partir do século II a.C., e usava pedaços em formato de [pirâmide](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-89/piramide/) com base quadrada de 6 a 12 centímetros e altura de 8 a 14 centímetros. A pedra era colocada com a base voltada para o lado externo do muro e em planos diagonais.
- *opus mixtum* – comum a partir do século I d.C., era uma combinação do opus reticulatum com uma camada (fileira) horizontal de tijolo a cada quatro fileiras e nas esquinas do muro.
- *opus testaceum* – comum a partir do século I d.C., usava apenas fileiras de tijolos.
- *opus vittatum* – usava uma fileira alternativa de tijolo com duas fileiras de blocos de tufa, com um lado retangular voltado para o lado externo e diminuindo de tamanho em direção à superfície interna. Foi especialmente popular através do Império a partir do século IV d.C.

A despeito dos efeitos decorativos dessas várias arrumações de pedra e tijolo, na realidade a maioria dos muros era coberta, interna e externamente, com estuque branco de gesso para sua proteção contra o calor e a chuva, e para proporcionar uma superfície lisa para a fina pintura decorativa da parede interna.

### Conclusão

A arquitetura romana proporcionou, portanto, estruturas magníficas que resistiram, literalmente, à prova do tempo. Ao combinar uma ampla variedade de materiais com designs audaciosos, os romanos foram capazes de superar os limites da física e transformar a arquitetura em obra de arte. O resultado foi que a arquitetura tornou-se um instrumento imperial para demonstrar ao mundo a superioridade cultural de Roma, porque apenas ela possuía a riqueza, as habilidades e a ousadia de produzir tais edificações. Ainda mais significativo foi o uso romano do concreto, do tijolo e dos arcos, que reunidos em construções como o anfiteatro e a basílica, iriam influenciar de forma incalculável toda a posterior arquitetura ocidental até os dias de hoje.

#### Editorial Review

This human-authored definition has been reviewed by our editorial team before publication to ensure accuracy, reliability and adherence to academic standards in accordance with our [editorial policy](https://www.worldhistory.org/static/editorial-policy/).

## Bibliografia

- [Alessandro Barchiesi. *The Oxford Handbook of Roman Studies.* Oxford University Press, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/0199211523/)
- [Amanda Claridge. *Rome.* Oxford University Press, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/0199546835/)
- [John Peter Oleson. *The Oxford Handbook of Engineering and Technology in the Classical World.* Oxford University Press, 2009.](https://www.worldhistory.org/books/0199734852/)
- [Martin Henig. *A Handbook of Roman Art.* Cornell Univ Pr, 1983.](https://www.worldhistory.org/books/0801492424/)
- [Mortimer Wheeler. *Roman Art and Architecture.* Thames & Hudson, 1985.](https://www.worldhistory.org/books/0500200211/)
- [Simon Hornblower. *The Oxford Classical Dictionary.* Oxford University Press, 2012.](https://www.worldhistory.org/books/0199545561/)
- [Vitruvius. *Vitruvius.* Dover Publications, 1960.](https://www.worldhistory.org/books/0486206459/)

## Sobre o Autor

Mark é Diretor Editorial da WHE, mestre em Filosofia Política pela Universidade de York. Investigador em tempo integral, é também escritor, historiador e editor. Os seus interesses particulares incluem arte, arquitetura e a descoberta das ideias partilhadas por todas as civilizações.

## Histórico

- **484 BCE**: The first [temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of the [Dioscuri](https://www.worldhistory.org/Castor_and_Pollux/) (Castor & Pollux) is dedicated in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/) by Aulus Postumius following his victory over the Latins at the [Battle](https://www.worldhistory.org/disambiguation/battle/) of Lake Regillus.
- **380 BCE**: Rebuilding of [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/). Strong walls around the seven hills.
- **321 BCE**: The Via Appia, a famous [Roman](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Roman/) road, is constructed.
- **312 BCE**: [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s first [aqueduct](https://www.worldhistory.org/aqueduct/) constructed, the 16 km long Aqua Appia.
- **184 BCE**: The first basilica is added to [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/).
- **146 BCE**: First [Roman](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Roman/) all-marble building is constructed, the [temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of [Jupiter](https://www.worldhistory.org/jupiter/) Stater in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **144 BCE - 140 BCE**: [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s 91 km long Aqua Marcia [aqueduct](https://www.worldhistory.org/aqueduct/) constructed.
- **121 BCE**: The first [triumphal arch](https://www.worldhistory.org/Triumphal_Arch/) is added to [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/).
- **c. 75 BCE**: The [amphitheatre](https://www.worldhistory.org/amphitheatre/) of [Pompeii](https://www.worldhistory.org/pompeii/) is built.
- **55 BCE**: [Pompey the Great](https://www.worldhistory.org/pompey/) builds the first permanent stone [theatre](https://www.worldhistory.org/disambiguation/theatre/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **54 BCE - 29 BCE**: Forum of [Caesar](https://www.worldhistory.org/disambiguation/caesar/) constructed in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) by [Julius Caesar](https://www.worldhistory.org/Julius_Caesar/) as another area to conduct judicial business. It is the best surviving of his monuments.
- **29 BCE**: [Augustus](https://www.worldhistory.org/augustus/) builds the [temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of Divius Iulius on the spot of [Julius Caesar](https://www.worldhistory.org/Julius_Caesar/)'s funeral pyre in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/).
- **c. 27 BCE**: The first [Pantheon](https://www.worldhistory.org/Pantheon/) is built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) and dedicated by [Marcus Agrippa](https://www.worldhistory.org/Marcus_Agrippa/).
- **c. 20 BCE**: Military engineer and architect [Vitruvius](https://www.worldhistory.org/Vitruvius/) publishes his "De Architectura".
- **c. 20 BCE**: The Campus Martius baths in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are constructed and donated to the people by [Agrippa](https://www.worldhistory.org/Marcus_Agrippa/).
- **19 BCE**: Arch of [Augustus](https://www.worldhistory.org/augustus/) built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) to commemorate victory over the Parthians.
- **c. 13 BCE**: Official inauguration of the [Theatre of Marcellus](https://www.worldhistory.org/article/614/theatre-of-marcellus/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **2 BCE**: Augusutus inaugurates the [Temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of [Mars](https://www.worldhistory.org/Mars/) Ultor in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) to commemorate his victory at the [Battle](https://www.worldhistory.org/disambiguation/battle/) of [Philippi](https://www.worldhistory.org/Philippi/) in 42 BCE.
- **c. 1 CE - c. 100 CE**: Construction of the [temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of [Jupiter](https://www.worldhistory.org/jupiter/) [Baal](https://www.worldhistory.org/baal/) by the Romans at [Baalbek](https://www.worldhistory.org/Baalbek/).
- **c. 50 CE**: The largest [Roman](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Roman/) [aqueduct](https://www.worldhistory.org/aqueduct/), 49 m high, completed at Pont du Gard.
- **c. 65 CE**: The [Circus Maximus](https://www.worldhistory.org/Circus_Maximus/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) is rebuilt and its capacity increased to 250,000.
- **c. 65 CE**: The Baths of [Nero](https://www.worldhistory.org/Nero/) are built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **72 CE**: [Vespasian](https://www.worldhistory.org/Vespasian/) begins construction of the [Colosseum](https://www.worldhistory.org/Colosseum/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **80 CE**: The [Colosseum](https://www.worldhistory.org/Colosseum/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) is officially opened by [Titus](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Titus/) with a 100 day [gladiator](https://www.worldhistory.org/gladiator/) spectacular.
- **c. 81 CE**: The Arch of [Titus](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Titus/) is built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/) to commemorate the [conquest](https://www.worldhistory.org/warfare/) of [Jerusalem](https://www.worldhistory.org/jerusalem/).
- **81 CE - 96 CE**: Construction is finally completed on the [Colosseum](https://www.worldhistory.org/Colosseum/) of [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) in the reign of [Domitian](https://www.worldhistory.org/domitian/).
- **110 CE**: The Baths of [Trajan](https://www.worldhistory.org/trajan/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are completed.
- **113 CE**: [Trajan's column](https://www.worldhistory.org/Trajans_Column/) is constructed in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) which commemorates the emperor's campaigns in [Dacia](https://www.worldhistory.org/dacia/).
- **117 CE - 138 CE**: Rule of the [Roman Emperor](https://www.worldhistory.org/Roman_Emperor/) [Hadrian](https://www.worldhistory.org/hadrian/) who supports great building projects in and around the [Agora](https://www.worldhistory.org/agora/) of [Athens](https://www.worldhistory.org/Athens/).
- **122 CE**: Construction begins on [Hadrian's Wall](https://www.worldhistory.org/Hadrians_Wall/).
- **c. 125 CE**: The [Pantheon](https://www.worldhistory.org/Pantheon/) is completed in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **c. 127 CE**: The Baths of [Hadrian](https://www.worldhistory.org/hadrian/) at [Lepcis Magna](https://www.worldhistory.org/Lepcis_Magna/) are completed.
- **150 CE**: Nymphaion fountain of Herodes Atticus built at [Olympia](https://www.worldhistory.org/Olympia/).
- **162 CE**: The Antonine Baths at [Carthage](https://www.worldhistory.org/carthage/) are completed.
- **c. 180 CE**: The [Column of Marcus Aurelius](https://www.worldhistory.org/article/647/the-column-of-marcus-aurelius/) and Faustina is erected in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/). It depicts in relief [sculpture](https://www.worldhistory.org/disambiguation/Sculpture/) the emperors' campaigns across the Danube.
- **202 CE**: The [Pantheon](https://www.worldhistory.org/Pantheon/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) is repaired by [Septimius Severus](https://www.worldhistory.org/Septimius_Severus/) and [Caracalla](https://www.worldhistory.org/Caracalla/).
- **203 CE**: The Arch of [Septimius Severus](https://www.worldhistory.org/Septimius_Severus/) is built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/)'s [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/) to commemorate victories over the Parthians.
- **216 CE**: The Severan basilica at [Lepcis Magna](https://www.worldhistory.org/Lepcis_Magna/) is built.
- **227 CE**: The Baths of [Nero](https://www.worldhistory.org/Nero/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are extensively renovated and expanded by [Alexander Severus](https://www.worldhistory.org/Alexander_Severus/) and renamed Thermae Alexandrinae.
- **c. 235 CE**: The Baths of [Caracalla](https://www.worldhistory.org/Caracalla/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are completed.
- **305 CE**: The Baths of [Diocletian](https://www.worldhistory.org/Diocletian/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are completed.
- **c. 315 CE**: Arch of [Constantine I](https://www.worldhistory.org/Constantine_I/) built in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) to commemorate victory over Maxentius in 312 CE.
- **315 CE**: The Baths of [Constantine I](https://www.worldhistory.org/Constantine_I/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) are completed.
- **c. 360 CE - c. 380 CE**: The [Temple](https://www.worldhistory.org/temple/) of [Saturn](https://www.worldhistory.org/Saturn/) is rebuilt in the [Forum Romanum](https://www.worldhistory.org/Roman_Forum/) of [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/).
- **608 CE**: The [Pantheon](https://www.worldhistory.org/Pantheon/) in [Rome](https://www.worldhistory.org/Rome/) is converted into a Christian church.

## Perguntas & Respostas

### Como a arquitetura romana é conhecida?
A arquitetura romana é conhecida por seus edifícios com cúpulas de concreto, pelo uso inovador do arco, pelo design da basílica, pelo arco do triunfo e pelos quarteirões residenciais.

### Como você descreveria a arquitetura romana?
A arquitetura romana pode ser descrita pela combinação inovadora de design e materiais, que criaram novos tipos de construções impressionantes tanto externa quanto internamente. Os edifícios romanos são, geralmente, bem construídos, práticos e belos. 

### Quais são as mais famosas construções da arquitetura romana?
As mais famosas construções da arquitetura romana sobreviventes incluem o Panteão circular em Roma, o Coliseu de Roma, o aqueduto de Ponte do Gard no sul da França, o templo Maison Carrée em Nimes, a Muralha de Adriano no norte da Inglaterra e a Casa dos Vettii em Pompeia.

### Por que o concreto foi importante para a arquitetura romana?
O concreto foi importante para a arquitetura romana porque era um material ao mesmo tempo leve e resistente que permitia construção de grandes tetos, com o telhado e forma de cúpula do Panteão em Roma. O concreto também era muito mais barato do que os blocos de pedra, e era usado como revestimento em paredes internas de cascalho.

### Qual é o legado da arquitetura romana?
O legado da arquitetura romana está no fato de que as inovações no uso de materiais podem conduzir a inovações em design que colocam à prova os limites da física. Os tipos específicos de construções romanas que ainda influenciam a atual arquitetura incluem os anfiteatros (ginásios esportivos), a basílica (igrejas), as insulae (quarteirões residenciais) e os arcos (pontes). 


## Links Externos

- [Rome Reborn](http://romereborn.frischerconsulting.com/)
- [following hadrian photography](https://followinghadrianphotography.com/)
- [Romae Vitam](http://www.romae-vitam.com/)
- [10 Most Spectacular Ancient Roman Temples](https://www.touropia.com/ancient-roman-temples/)
- [Roman Art and Architecture](https://www.oxfordartonline.com/page/roman-art-and-architecture)
- [6 Surprising Facts About the Colosseum in Rome, Home of the Gladiators](https://mymodernmet.com/colosseum-facts/)

## Cite Este Artigo

### APA
Cartwright, M. (2024, December 17). Arquitetura Romana. (N. A. Lobato, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11581/arquitetura-romana/>
### Chicago
Cartwright, Mark. "Arquitetura Romana." Traduzido por Nazareth Accioli Lobato. *World History Encyclopedia*, December 17, 2024. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11581/arquitetura-romana/>.
### MLA
Cartwright, Mark. "Arquitetura Romana." Traduzido por Nazareth Accioli Lobato. *World History Encyclopedia*, 17 Dec 2024, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11581/arquitetura-romana/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Nazareth Accioli Lobato](https://www.worldhistory.org/user/nazarethaccioli/ "User Page: Nazareth Accioli Lobato"), publicado em 17 December 2024. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

