Comagena

Definição

Joshua J. Mark
por , traduzido por Cláudia Barros
publicado em 26 Agosto 2020
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Texto original em inglês: Commagene

Eastern Terrace of Mount Nemrut (by Carole Raddato, CC BY-NC-SA)
Terraço oriental do Monte Nemrut
Carole Raddato (CC BY-NC-SA)

Comagena (163 AEC – 73 EC) foi um reino helenístico, bastante influenciado pelas culturas arménia e persa, nascida no sudoeste da Anatólia (atual Turquia), por Ptolomeu de Comagena (governa entre 163-130 AEC) da Dinastia Orôntida, governador da região quando esta se encontrava sob o domínio selêucida (312-63 AEC). O Império Selêucida entra em declínio, em 190 AEC, mal estes entram em conflito com Roma. Por volta de 163 AEC, Ptolomeu já não tem capacidade para manter a coesão interna. Aproveitando essa fraqueza, declara Comagena como um estado independente, tornando-se no seu primeiro rei.

A designação “Comagena” deriva de Kummuh – um reino neo-hitita da Idade do Ferro localizado na mesma área, através do qual assimila a arquitetura e as tradições dos luvitas e hititas. A região fazia parte de Urartu – reino proto-arménio conhecido por Sofena, que viria, mais tarde, a ser tomado pelo Império Aqueménida (c. 550-330 AEC). Quando os Aqueménidas caem com Alexandre, o Grande, em 330 AEC, a região torna-se parte do Império Selêucida, e Sofena o seu único reino.

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“Comagena É GERALMENTE REFERIDA COMO UM “ESTADO-TAMPÃO” ENTRE DOIS GRANDES PODERES DA REGIÃO, MANTendo RELAÇÕES AMIGÁVEIS com VÁRIAS NAÇÕES.”

A Dinastia Orôntida governou Sofena, ao mesmo tempo que Comagena emergia como um pequeno reino, entre muitos na região, até que Ptolomeu se desvincula em 163 AEC. Comagena encontrava-se cercada a leste pelo rio Eufrates e a oeste pelos Montes Tauro, surgindo, assim, como um entreposto de comércio, que enriquece no momento em que começa a deter o controlo das travessias do Eufrates para a Mesopotâmia, e vice-versa.

O reino é geralmente referido como um “Estado-tampão” situado entre os grandes reinos da Arménia, da Pártia, do Ponto e Roma, pois conseguira manter relações amigáveis com os quatro, favorecendo tanto uns, como outros, em momentos distintos. A riqueza, fruto do comércio e da agricultura, tornaram Comagena numa atraente conquista. Os seus reis mantiveram a coesão e independência até 72 AEC – momento em que é absorvida pelo Império Romano. O reino ficou, ainda, bastante conhecido pelos monumentos construídos pelo seu quarto rei, Antíoco I Theos (governa entre 70-38 AEC), onde sobressaem as estátuas monumentais de Nemrut Dag (também conhecido por Nemrut Dagi), no Monte Nemrut.

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História e Impérios

Localizado na região de Urartu, a vasta área em torno de Comagena era designada por Sofena, pelas tribos indígenas da área; por Kummuh pelos luvitas e hititas; e por Kuinukh pelos assírios. Urartu caiu em 714 AEC, após uma campanha militar do rei neo-assírio, Sargão II (governa entre 722-705 AEC), o qual destabilizou completamente a região, tornando-a bastante vulnerável. Com a queda do Império Neo-Assírio, em 612 AEC, a região é tomada pelos medos que a mantêm até à ascensão do Império Aqueménida – c. 550 AEC.

A sua localização estratégica, assim como a fulcral importância do comércio, providenciou-lhe um intenso contacto com a cultura grega, de modo a que Sofena se tornaria numa verdadeira mescla de influências arménias, gregas e persas. O governo orôntida era assumidamente zoroastriano, mas ao mesmo tempo encorajava o culto da deusa Anahita, deidade dos primórdios da religião iraniana, que vem a ser substituída pelo Zoroastrismo.

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Map of Armenia, 50 CE
Mapa da Armênia, 50 CE
Cplakidas (CC BY-SA)

Sob o véu do Zoroastrismo, Anahita continuou a ser cultuada como parte do único e verdadeiro deus, Ahura Mazda – porém, em algumas zonas continuava a ser adorada como na Pérsia pré-zoroastrista. Os templos e santuários dedicados a Anahita, assim como o aparente politeísmo presente na quantidade de santuários devotos a outras divindades (como Mitra), encorajaram uma relação confortável entre os mercadores e viajantes gregos, que provinham de uma religião politeísta e, que, chegam até mesmo a reconhecer aspetos das deusas do seu panteão em Anahita. Tal situação originou um contacto mais íntimo entre culturas, o que levou a uma continuada mescla de tradições arménias, persas e gregas.

Com a queda do Império Aqueménida, Sofena assume-se enquanto reino separado, dissolve a satrapia com a Arménia, e forma o seu próprio reino sob a autoridade dos Selêucidas. A sua capital, a cidade de Carcatiocerta (atual Egil, Turquia) e o seu centro de comércio Arsamosata (mais tarde conhecida por Samosata, atual Samsat, na província turca de Adiyaman). Esta nova satrapia permaneceu como uma entidade coesa sob o monarca orôntida, Sames I (governa entre 290-260 AEC), por meio de Ptolomeu de Comagena (sátrapa entre 201-163 AEC), até que este funda a nossa querida Comagena.

Os primeiros reis e Antíoco I Theos

Ptolomeu reclama descendência do terceiro rei aqueménida, Dario I (governa entre 522-486 AEC), de modo a legitimar o seu reinado, ao mesmo tempo que move a capital do reino para Arsamosata, renomeando-a de Samosata. Alarga fronteiras até à Capadócia sem encontrar qualquer tipo de resistência por parte do Império Selêucida, o qual, entre 163-145 AEC, se encontrava em declínio por ter sido governado por três sucessivos reis, que se preocupavam mais com o próprio conforto, do que propriamente com o ato de governar.

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“PTOLOMEU ESTABELECEU QUE OS REIS que lhe sucedessem APENAS TERIAM LEGITIMIDADE PARA GOVERNAR, SE REIVINDICASSEM ALGUM TIPO DE Ligação FAMILIAR ao IMPÉRIO AQUEMÉNIDA.”

O monarca decide governar com base no modelo selêucida, dividindo o reino em satrapias, supervisionadas por um governador que recolhia os impostos e os enviaria ao rei, e que se encontraria responsável pelo exército. O grego era a língua oficial – apesar do arménio e o persa também serem falados. Quase mais nada é registado acerca do seu reinado; no entanto, sabe-se que este estabeleceu uma importante regra que afirmava que os reis que lhe sucedessem, apenas teriam legitimidade para governar, se reivindicassem algum tipo de ligação familiar ao Império Aqueménida.

A Ptolomeu sucede-lhe o seu filho, Sames II (governa entre 130-109 AEC, também conhecido por Samos II Theosebes Dikaios), monarca que fortifica Samosata e se torna famoso por ter cunhado moedas e ter realizado inscrições no Monte Nemrut. Possivelmente, é Sames II quem consegue desenvolver as cidades de Comagena – Samosata, Arsameia no rio Nymphaios, e Arsameia no Eufrates. Todas elas viriam a atingir o apogeu, mais tarde, com Antíoco I Theos.

Mitrídates I Calínico (governa ENTRE 109-70 AEC), sucede a Sames II, e é o rei que se encontra à frente de Comagena durante as Guerras Mitridáticas (89-63 AEC) – entre Roma e Mitrídates VI de Ponto (governa entre 120-63 AEC). Preocupado com a sobrevivência do reino durante o conflito, Mitrídates I casa com Laódice, filha do rei selêucida Antíoco VIII Grypos (governa entre 125-96 AEC), filho da poderosa Cleópatra Thea (c.164-121 AEC). Cleópatra Thea era conhecida como a figura com mais poder por detrás do trono selêucida; no entanto, os seus esquemas aceleraram ainda mais o declínio da monarquia selêucida, não conseguindo prestar auxílio a Mitrídates I, ou ao povo de Comagena.

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Tigranes, o Grande da Arménia (governa entre 95-56 AEC), marcha até Comagena, sem qualquer tipo de resistência, e declara-a como parte do Reino Arménio, depois dos Selêucidas não serem ali mais do que uma presença fantasma, enquanto que Roma e Ponto guerreavam entre si. Mitrídates I não consegue medir forças com Tigranes, aceitando ser seu rei-vassalo.

A Mitrídates I sucede Antíoco I Theos, o monarca que consegue gerir muito bem os três lados do conflito entre Ponto, Roma e Arménia, assegurando a paz do reino, enquanto se vai mantendo atento em relação à situação da Pártia, a leste. Assim que Mitrídates VI de Ponto é derrotado, Tigranes rende-se a Roma, e Antíoco I Theos – embora leal à Pártia – compromete-se com Pompeu, o Grande (106-48 AEC) de Roma. Antíoco I acaba por ser recompensado com acordos de comércio bastante lucrativos, com as regiões do Leste e com mercadores do Império Parta (227 AEC – 224 EC).

King Antiochus I on Mount Nemrut
Rei Antíoco I no Monte Nemrut
Carole Raddato (CC BY-NC-SA)

Antíoco I Theos assume-se como rei persa, graças à sua ligação a Dario I, do qual reivindica descendência direta por parte da sua mãe, Laódice VII Thea (c.122 AEC), de Seleuco I Nicátor (governa entre 305-281 AEC) – o fundador do Império Selêucida –, e Ptolomeu I Soter (governa entre 305/304-282 AEC) – o fundador da Dinastia Ptolemaica no Egipto –, assim como outros generais que serviram a Alexandre, o Grande. Assim, intitula-se de monarca greco-persa, assumindo o título de “Antíoco, o deus justo, amigo dos Romanos e Gregos”, o que agradou a Roma, ao mesmo tempo que consegue um casamento para a filha, Laódice, com o rei Orodes II da Pártia (governa entre 57-37 AEC), garantindo a paz com o leste.

As astutas manobras políticas de Antíoco impediram que Comagena fosse absorvida quer pelos Romanos, quer pelos Partas, mantendo a estabilidade social, enquanto que o reino se ia desenvolvendo com os lucros do comércio. Acreditando que era um deus na forma humana Antíoco, cria um culto baseado na adoração a si próprio, acrescentando algumas divindades greco-persas ao panteão. Para que pudesse viver eternamente no coração dos súbditos – e entre os deuses –, decretou que se contruísse um complexo funerário no Monte Nemrut, o qual incluiria um enorme túmulo e um conjunto de estátuas suas, dos deuses e de animais protetores.

O monarca distribuiu, ainda, uma quantia a ser utilizada em festas sagradas, em sua honra, no túmulo no Monte Nemrut, no aniversário e data da coroação. Decretou também que todos os que ali estivessem se teriam de divertir ao máximo, deixando as preocupações e zangas na base da montanha, antes da subida. Antíoco revitalizou ainda as três principais cidades do reino, reforçando os muros à volta de Samosata de Sames II, melhorou a versão administrativa aplicada por Ptolomeu e atraiu para o reino um auge económico e cultural, que só se viria a repetir no reinado de Antíoco IV, último rei de Comagena.

Embora Antíoco I Theos tentasse manter relações amigáveis durante o reinado, acaba por ser forçado a escolher o lado do sogro, Orodes II, e do cunhado, Pacorus I, numa guerra entre a Síria e Roma. Pácoro I é derrotado e morto pelo general romano, Públio Ventídio Basso, que vem atrás de Antíoco I por trair Roma, confinando-o a um cerco em Samosata. Antíoco tentou suborná-lo, no entanto a oferta é recusada.

Marco António (83-30 AEC) assume o cerco, no momento em que se torna claro que Ventídio Basso não consegue penetrar na cidade. Contudo, acaba por retirar o cerco depois de receber um suborno de 300 talentos – uma soma menor do que a oferecida a Basso. Antíoco I acaba por ser morto pelo rei parta Fraates IV (governa entre 37-2 AEC), em 38 AEC, no contexto de um golpe, em que assassina Orodes II e a mulher, Laódice, os seus irmãos e meios-irmãos. Antíoco é assassinado pelo monarca após ter tentado vingar a morte das vítimas de Fraates IV.

Outros reis e Antíoco IV

A Antíoco I sucede-lhe o filho, Mitrídates II (governa entre 38-20 AEC), que se alia a Marco António no conflito contra Octávio (o futuro Augusto, que governa entre 27 AEC – 14 EC). Mitrídates II tinha cogovernado com o pai e estivera presente no cerco de António a Samosata, quando este prova ser mais razoável que Basso. Mitrídates provou a sua lealdade a António comandando as suas tropas na Batalha do Ácio em 31 AEC, na qual António e Cleópatra VII do Egipto fora desafiados por Octávio. Mais tarde, jurou lealdade a Augusto e continuou a guiar o reino, de acordo com os interesses de Roma. Após a sua morte, sucede-lhe Mitrídates III (governa entre 20-12 AEC).

A Mitrídates III sucede o filho, Antíoco III (governa entre 12 AEC a 17 EC), cujo reinado foi bastante normal, exceto quando a sua morte inesperada deixa Comagena sem um rei. Os seus dois filhos – Antíoco IV (17-72 EC, governa entre 38-72 EC) e Iotapa (governa entre 38-52 EC) – eram demasiado jovens para assumir o trono, de modo que os conselheiros reais se recusaram a eleger um regente. Como alternativa pediram ajuda a Roma, ao que os romanos responderam com o domínio do reino, mantendo-o sob a égide de Antíoco IV, entre 17-38 EC. Antíoco e Iotapa são, então, levados para Roma, é-lhes garantida a cidadania romana e são criados como verdadeiros romanos.

Bath Complex at Antiochia ad Cragum
Complexo de banho em Antiochia ad Cragum
orientalizing (CC BY-NC-ND)

Irmão e irmã, enquanto convidados de Roma, moviam-se no seio das elite patrícias e começam a fazer amigos entre as mais notáveis figuras. Entre os conhecidos de Antíoco IV estava Calígula – filho adotivo do imperador Tibério (governa entre 17-37 EC), quem lhe viria a suceder entre 37 e 41 EC. Após a morte de Tibério, Calígula assume o poder e devolve Comagena a Antíoco IV e Iotapa. Presenteia, ainda, Antíoco IV com todas as quantias que a sua pátria havia somado enquanto província desde 17 EC, além de lhe acrescentar a Cilícia ao reino. Um ano depois, Calígula descontente com Antíoco toma Comagena de volta, colocando-a novamente sob o jugo romano. Antíoco IV continua lá a viver, sem qualquer apoio político, até que Tibério é assassinado; o seu sucessor, Claudius (governa entre 41-54 EC), devolve o reino a Antíoco.

Antíoco IV usa o dinheiro de Calígula para construir para uma grande cidade na costa da Cilícia, conhecida por Antiochia ad Cragum (“Antioquia em Cragus”). A cidade possuía traços arquitetónicos, ornamentos e motivos gregos, luvitas, hititas, persas e arménios, representando os diferentes grupos étnicos que habitavam em Comagena. Um grande templo (55x33,8 pés / 16,465x10,32m de comprimento) foi construído e ornamentado com motivos indígenas, onde se pode contar a flor de seis pétalas dos luvitas e hititas. Antíoco IV decretou que deveria ser construído um grande complexo de banhos com 114 pés de comprimento e 65 de altura (35x20m), abrangendo uma área de 5,249 pés (1,600 m²), que estaria diariamente aberto ao público. Uma rua com colunatas levava os visitantes das portas da cidade até um pórtico ornamentado à beira da piscina, que ostentava um belo piso em mosaicos. O mosaico de Antiochia ad Cragum é, na verdade, o maior já encontrado na Turquia moderna, e só demonstra a riqueza que Antíoco IV deixou pela cidade.

Conclusão


Iotapa morre em 52 EC e Antíoco IV manda construir uma outra cidade na costa, Aytap. Antíoco encontrava-se, na altura – c.71 EC –, entre os reis mais ricos, tributários a Roma, disfrutando de uma relação muito boa com o próprio governo. Comagena conhece outro apogeu, desde o reinado de Antíoco I Theos; ao mesmo tempo que, Antíoco estabelece ótimas relações com o imperador Vespasiano (governa entre 69-79 EC), apoiando-o e enviando-lhe tropas quando surgem outros pretendentes ao trono.

Em 74 EC, contudo, um senador chamado Lúcio Júnio Cesénio Peto (governador da Síria romana entre 70-72 EC) acusa Antíoco IV e os seus filhos de conspirarem contra Vespasiano. Não havia qualquer evidência de conspiração por parte de Comagena, mas tal não interessou. Vespasiano encontrava-se notoriamente paranoico, e a fortuna e popularidade de Antíoco eram de invejar, sendo que tomou o lado de Peto e deixa-o marchar sobre Antiochia ad Cragum sem sequer questionar Antíoco do sucedido.

Ruins of Aytap
Ruínas de Aytap
Htkava (CC BY-SA)

De acordo com alguns relatos, os filhos de Antíoco encontraram-se com as tropas de Peto em batalha, e de acordo com outras, ela não chegou mesmo a acontecer. No entanto, todas concordam que Antíoco não levantou armas contra Roma. Possivelmente, talvez, se tenha rendido a Peto, que muito claramente havia feito a acusação para adquirir a riqueza de Comagena – mas tal facto é ainda desconhecido. Antíoco abandona a cidade e vai viver para Cilícia Campestris, depois Grécia e finalmente, Roma. O que aconteceu a Peto é um dado desconhecido, Antíoco foi recebido com respeito em Roma, assim como os seus filhos, e possivelmente morreu por lá – apesar de nenhuma data ser conhecida. Vespasiano aboliu o Reino de Comagena, no mesmo ano, e juntou a região à província da Cilícia.

Atualmente, Comagena é relembrada pelo sítio monumental de Nemrut Dagi, no Monte Nemrut (redescoberto em 1881 EC e proclamado como Património Mundial da UNESCO, em 1987 EC), assim como as várias estruturas, relevos e estatuária do reinado de Antíoco I Theos, e sucessores. As ruínas de Antiochia ad Cragum e Aytap continuam a ser um ponto de atração turística, juntamente com as áreas de recreação histórica perto da costa, para a população local. Nemrut Dagi, contudo, é o monumento central de Comagena, atraindo milhares de turistas e visitantes de qualquer parte do Mundo, todos os anos, cumprindo o desejo de Antíoco I Theos de que o seu nome fosse lembrado para sempre.

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Sobre o tradutor

Cláudia Barros
Licenciada em Arqueologia, em 2018, pela Universidade do Minho (Braga, Portugal). Atualmente, encontra-se a terminar a tese de Mestrado em Arqueologia, sobre Ksar Sghir (Norte de Marrocos), na mesma instituição (2018 - até ao presente). Principais interesses: Arqueologia, Arqueologia da Paisagem, Arqueologia Egípcia, Egiptologia, Arqueologia do Próximo Oriente, Arqueologia do Norte de Marrocos.

Sobre o autor

Joshua J. Mark
Escritor freelancer e ex-professor de Filosofia no Marist College, em Nova York. Joshua J. Mark viveu na Grécia e na Alemanha, viajou pelo Egito. Lecionou História, Redação, Literatura e Filosofia em várias universidades.

Cite este trabalho

Estilo APA

Mark, J. J. (2020, Agosto 26). Comagena [Commagene]. (C. Barros, Tradutor). World History Encyclopedia. Recuperado de https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-19115/comagena/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Comagena." Traduzido por Cláudia Barros. World History Encyclopedia. Última modificação Agosto 26, 2020. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-19115/comagena/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Comagena." Traduzido por Cláudia Barros. World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 26 Ago 2020. Web. 21 Out 2021.